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03 setembro 2008

Uma história....



Tendo eu ido a um encontro de profissionais da minha área com algumas colegas, eis que se não quando á hora do almoço resolvemos aproveitar o tempo e passear pelas ruas da vila.Ora, ao passar-mos numa montra onde num expositor se encontravam, entre outros, o nosso simpático S. António, a minha colega, se voltou para mim com a maior da naturalidade e disse
- "Eu também tenho um S. António lá em casa mas este, está de pernas para o ar.
Quase distraidamente eu respondi:
- Não o pões direito por quê? Não se segura?
Esta olhou para mim com ar inocente e disse:
- Não! Está de pernas para o ar para ver se aparece alguém que me queira.
Ao perceber a minha incredulidade, continuou:
- Não me digas que não sabes? É que a pessoa que me ofereceu diz que ele tem que estar de pernas para o ar para eu me casar!
Eu juro, nunca tinha ouvido tal coisa e desatei a rir. Não foi a história em si, mas a inocência dela ao conta-la. E ainda acrescentou:
- Bem, já estou a achar que se calhar não é boa ideia. Ainda por cima o coitadinho está enfiado dentro de um rolo de papel higiénico!
Eu só ria mas, consegui perguntar-lhe porquê.
-Pois, é que foi a única maneira de ele se segurar de pé e não perder a careca!
A rir desalmadamente, ainda lhe disse:
- Ó rapariga, então tu fazes uma maldade dessas com o santo, e ainda queres que ele te case?
Então, como se pela primeira vez estivesse a pensar no assunto, respondeu pensativa, quase para com ela:
-Pois é, deve ser por isso que apesar desta idade (28 anos) não arranjo ninguém. Coitadinho do Santo, agora é que eu estou a perceber que ele está é zangado comigo. Quando chegar a casa vou pô-lo direito!

"in Barani"

28 agosto 2008

Receita de Túbaros....


TÚBAROS E BELDROEGAS-TAVERNA DOM VASCO

Estou na Vidigueira, são 8h52 da manha entrei na TaVerna Dom Vasco, na Rua de São Francisco. A petiscada aqui não falta ... dê uma olhada ..

A Isabel já preparou túbaros de porco de alguidar, feita com alho e azeite ... esta é a panela que servirá os pratos mais logo ..

Quanto às beldroegas, apanham-se em qualquer sítio e um molho dá para fazer uma sopa. Os túbaros (os tintins do porco, como a Isabel lhes chama) são preparados conforme a receita abaixo.

Ingredientes

3 Dentes de alho

1 dl de Azeite

2 Limões

Sal q.b.

Salsa 1 raminho

0,5 kg de túbaros

Preparação:
Corte os túbaros em fatias grossas e leve-os a fritar em azeite numa frigideira, até corarem. Escorra-os muito bem num passador de rede, durante duas horas, sacudindo o escorredor de tempos a tempos. Corte as fatias em cubos e tempere com o sal, a pimenta e o sumo de dois limões, assim como os alhos picados e deixe marinar de uma noite para o dia seguinte. Frite os túbaros em azeite a ferver e decore com salsa picada.

Esta é uma receita do Alentejo... serve para acompanhar uns bons copos do nosso bom vinho.

21 julho 2008

Preliminares


A professora estava com dificuldades com um dos alunos.

- Lucas, qual é o problema?
- Sou demasiado inteligente para estar no primeiro ano. A Minha irmã está no terceiro ano e eu sou muito mais inteligente do que ela, quero ir para o terceiro ano também!
A professora vê que não vai conseguir resolver o problema e manda-o para o conselho directivo.
Enquanto Lucas está na sala de espera, a professora explica a situação ao director, este decide fazer um teste ao miúdo.
A professora então chama o Lucas e explica-lhe que lhe vão fazer um teste e caso ele responda correctamente a todas as perguntas passará automaticamente para o terceiro ano.

O Director começa:
- Lucas, quantos são 3 vezes 3?
- 9.
- E quantos são 6 vezes 6?
-36.
E o director continua com as perguntas a que um aluno do terceiro ano deve saber responder e Lucas não erra nada. O director diz para a professora:
-Acho que vamos mesmo ter que passar o Lucas para o terceiro ano.
- Posso fazer algumas perguntas também, Sr. Director?

Pergunta a professora.

O director concorda e a professora começa:
- A vaca tem quatro e eu só tenho duas o que é?
Lucas pensa um instante e responde:
- Pernas.
Ela faz-lhe outra pergunta:
- O que é que tu tens nas tuas calças que eu não tenho nas minhas?
O director arregala os olhos, mas não tem tempo de interromper...
- Bolsos. Responde Lucas.
- O que é que entra na frente da mulher e que só pode Entrar atrás no homem?
Estupefacto com as questões, o director prende a respiração...
- A letra "M". Responde o miúdo.
A professora continua o questionário:
- Onde é que a mulher tem o cabelo mais encaracolado?
- Em África.
- O que é que é mole, mas na mão das mulheres fica duro?
- O Verniz.
- O que é que as mulheres têm no meio das pernas?
- Os joelhos.
- O que é que a mulher casada tem mais larga que a solteira?
- A cama.
- Qual o monossílabo técnico que começa com a letra C e Termina com a Letra U e ora está sujo ora está limpo?
- O céu.
- O que é que começa com C tem duas letras, um buraco no meio e eu já dei a várias pessoas?
- CD.
Não se contendo mais, o director interrompe, respira aliviado e diz à professora:
- Ponha o Lucas no quarto ano. Até agora EU errei todas!

Comunicação Segura...


A comunicação, clara e segura
é de enorme importância, espe-
cialmente na tropa. Imagine-se
o que teria sido a perturbação
de uma transmissão mal entendida:

DIZ O CAPITÃO AO ALFERES:
-"Vai haver à manhã um eclipse do sol. Mande formar a Companhia em farda de trabalho na parada, onde explicarei o fenómeno que não acontece todos os dias. Se chover, não se verá e deixe a Companhia na caserna"
.
o ALFERES TRANSMITE A ORDEM AO FURRIEL:
-"Por ordem do nosso Capitão, à manhã vai haver eclipse do Sol em farda de trabalho. Toda a Companhia forma na parada, onde o nosso Capitão dará as explicações, o que não acontece todos os dias. Se chover o eclipse na caserna."
.
O FURRIEL DIZ AO CABO:
-"O nosso Capitão vai fazer um eclipse do Sol na parada se chover, o que não sucede todos os dias, não se vê nada; então o Capitão,dará a explicação em farda de trabalho na caserna."
.
ENTÃO ,O CABO TRANSMITE A ORDEM AOS SOLDADOS:
-"Soldados, à manhã, para receber o eclipse que dará a explicação sobre o nosso Capitão em farda de trabalho, devemos estar na caserna onde não chove todos os dias.
.
POR FIM, COMENTÁRIOS ENTRE OS SOLDADOS:
-Amanhã, se chover, parece que o capitão vai ser eclipsado na parada. É pena que isso não aconteça todos os dias...

27 maio 2008

Exposição de Francisco Charneca

Click na imagem para ir para a página deste artista Eborense

09 abril 2008

CODORNIZES À FIALHO DE ALMEIDA, UM REQUINTE

Tempos houve em que os literatos se faziam honras de cozinheiros. Dos melhores. Tão excelentes nas lides das letras como nas da gamela. O bom do Fialho de Almeida, se louvava o país das uvas, tinha também artes de culinária que ainda hoje deslumbram tanto como o esplendor da prosa. Disso tive prova em Alvito, em casa de amigos, onde arribei para janta. Reservaram-me um pitéu: codornizes à Fialho de Almeida. Banzaram-me!

Eu digo-vos. Ficaram as avezitas a marinar de um dia para o outro, em marinada heróica: em vinho, alecrim e rosmaninho, azeitona descaroçada. Mas antes de banharem nesta calda, os bichos tiveram trato. Bem esfregadas de alho, sal e pimenta e um tudo muito nada de canela (sem abuso, apenas para lhe dar o cheiro). Chegado o momento de ir à frigideira de barro, as codornizes foram retiradas da marinada, enxugadas num pano, que deveriam seguir secas à vida. Que essa era a regra antes do assalto final: na frigideira, aqueceram um palmo de azeite, a que lhe acrescentaram uma colher de banha e aí aloiraram alho, para mitigarem a gorduranca com uma colher de sopa de vinho do porto. E foi neste requinte que as codornizes fritaram!

Retiradas para a travessa as codornizes, aproveitaram os despojos da fritada para cozerem a marinada na frigideira: o molho com o qual as codornizes foram regadas. Divino! O senhor Fialho de Almeida tinha arte. Se duvidam, ensaiem. Em verdade vos digo que não sei o que mais adorar: se a truculência azorragante de “Os Gatos”, se a excelência do manjar. E fiquei grato a esses amigos de Alvito.

25 outubro 2007

Paladino Alentejano

Visite este síte amigo, e acompanhe uma aventura peregrina a pé, entre Évora e Fátima (em Portugal).

Veja as fotos e sinta-se, como parte integrante da mesma.


Visite então o sitio do

15 março 2007

Poema Alentejano


Refexão Alentejana
Tava eu a tirar on moncos
Lá da cana do nariz
Anquanto fazia uma mija
Assim ... tipo chafariz
Tinha a bexiga tã cheia
Que fiquê lá uma hora
Quando maçomê em volta
Tinha ido tudo imbora
Sacodi o "coiso" e tal
Enquanto coçava a "bilha"
De tal manêra atascado
C'o entalê na braguilha
Tirê as botas do lôdo
Que fizera na mijada
Sacudi tamêm as calças
Sempre com ela entalada
Pedi ajuda á ti Anicas
Ca'li ali perto morava
Mas depilou-me os tomates
Da força que os puxava
Ensanguentado na pila
Fui aos tombos pelo monti
Gomitanto quasi as tripas
Nã sê se queres que te conti
Como comera dôs pâis de quilo
E um garrafão pra empurrari
Nãm admira qui tivesse
Três horas a vomitari
Detê-me na palha fresca
Pra ver se descansava
Enterrê-me logo em bósta
De uma vaca que passava
E foi assim que essa tarde
Conheci um caracoli
Os dôs deitados na pallha
Com os cornos a secar ó soli
Porque esta vida é tão dura
Por aqui plo Alentejo
Dêxa cá dormire um pôco
Vamos soltando um bocêjo...

veio por mail

Aí compadres, que vida dura...

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