21 abril 2007

SILOGISMOS


SILOGISMOS= Dedução formal em que, postas duas ou mais proposições, as premissas, delas se concebe uma conclusão.

Silogismo 1
Deus ajuda quem cedo madruga
Quem cedo madruga, dorme à tarde...
Quem dorme à tarde, não dorme à noite...
Quem não dorme à noite, sai na balada!!!!!!!
Conclusão: Deus ajuda quem sai na balada!!!!!!

Silogismo 2
Deus é amor.
O amor é cego.
Steve Wonder é cego.
Logo, Steve Wonder é Deus.

Silogismo 3
Disseram-me que eu sou ninguém.
Ninguém é perfeito.
Logo, eu sou perfeito.
Mas só Deus é perfeito.
Portanto, eu sou Deus.
Se Steve Wonder é Deus, eu sou Steve Wonder!!!!
Meu Deus, eu sou cego!!!

Silogismo 4
Imagine um pedaço de queijo suíço, daqueles bem cheios de buracos.
Quanto mais queijo, mais buracos.
Cada buraco ocupa o lugar em que haveria queijo.
Assim, quanto mais buracos, menos queijo.
Quanto mais queijos mais buracos, e quanto mais buracos, menos queijo.
Logo, quanto mais queijo, menos queijo.

Silogismo 5
Toda regra tem exceção.
Isto é uma regra.
Logo, deveria ter exceção.
Portanto, nem toda regra tem exceção.

Silogismo 6
Existem biscoitos feitos de água e sal.
O mar é feito de água e sal.
Logo, o mar é um biscoitão.

Silogismo 7
Quando bebemos, ficamos bêbados.
Quando estamos bêbados, dormimos.
Quando dormimos, não cometemos pecados.
Quando não cometemos pecados, vamos para o Céu.
Então, vamos beber para ir pro Céu!

Silogismo 8
Penso, logo existo.
Loiras burras não pensam, logo, loiras burras não existem.
Meu amigo diz que não é viado porque namora uma loira inteligente.
Se uma loira inteligente namorasse meu amigo ela seria burra.
Como loiras burras não existem, meu amigo não namora ninguém.
Logo, meu amigo é viado mesmo.

Silogismo 9
Hoje em dia, os trabalhadores não têm tempo pra nada.
Já os vagabundos... têm todo o tempo do mundo.
Tempo é dinheiro.
Logo, os vagabundos tem mais dinheiro do que os trabalhadores


Enviada por e-mail por Francisco Charneca - Pintor e Alentejano

Raciocínio Rápido de um CORNO INTELIGENTE !!!!


O indivíduo surpreende a mulher em sua cama com outro...
Tirou o revólver da cintura, tomando o cuidado para não ser percebido pelos dois, armou o gatilho e então já ia se preparando para meter bala neles quando parou para pensar e foi percebendo como a sua vida de casado havia melhorado nos últimos tempos.
A esposa já não pedia dinheiro pra comprar carne, aliás, nem para comprar vestidos, jóias e sapatos, apesar de todos os dias aparecer com um vestido novo, uma jóia nova ou uma sandalinha da moda.
Os meninos mudaram da escola pública do bairro para um cursinho superchique, na zona Sul. Sem contar que a mulher trocou de carro, apesar dele estar há quatro anos sem aumento e ter cortado a mesada dela.
E o mercado então, nem se fala, eles nunca tiveram tanta fartura quanto nos últimos meses. E as contas de luz, água, telefone, Internet, celular e cartão de crédito, faziam tempo que ele nem ouvia falar delas.
O caso é que a mulher dele era mesmo um aviãozinho, baixinha toda gostosa, mesmo com três filhos o tempo não passava pra ela, era uma mistura de Tiazinha com Malú Mader, temperada no caldo da Feiticeira. Coisa de louco, muito gostosa.
Guardou a arma na cintura, com o mesmo cuidado para não ser percebido, e foi saindo devagar, para não atrapalhar os dois. Parou na porta da sala, refletiu um pouco e disse pra si mesmo:
- O cara paga o aluguel, o supermercado, a escola das crianças, as contas da casa, o carro, o shopping, todas as despesas e eu ainda vou pra cama com ela todos os dias...
E, fechando a porta atrás de si, concluiu sorrindo:
- PÔXA ... O CORNO É ELE !!!!

Enviada por e-mail por Francisco Charneca - Pintor e Alentejano

20 abril 2007

E-mail a uma amiga!



Amiga:
Conforme minha promessa, estou enviando um e-mail contando as novidades da minha primeira semana depois de ser transferida pela firma para o Rio de Janeiro.
Terminei hoje de arrumar as coisas no meu novo apartamento. Ficou uma gracinha, mas estou exausta. São dez da noite e já estou pregada.

Segunda-Feira: Cheguei na firma e já adorei. Entrei no elevador quase no mesmo instante que o homem mais lindo desse planeta. Ele é loiro, tem olhos verdes e o corpo musculoso parece querer arrebentar o terno. Lindooooo! Estou apaixonada. Olhei disfarçadamente a hora no meu relógio de pulso e fiz uma promessa de estar parada defronte ao elevador todos os dias a essa mesma hora. Ele desceu no andar da engenharia. Conheci o pessoal do sector, todos foram atenciosos comigo. Até o meu chefe foi super delicado. Estou maravilhada com essa cidade. Cheguei em casa e comi comida enlatada. Amanhã vou a um mercado comprar alguma coisa.

Terça-Feira: Amiga! Precisava contar. Sabe aquele homem de quem falei? Ele olhou para mim e sorriu quando entramos no elevador. Fiquei sem acção e baixei a cabeça. Como sou burra! Passei o dia no trabalho pensando que preciso fazer um regime. Me olhei no espelho hoje de manhã e estou com uma barriguinha indiscreta. Fui no mercado e só comprei coisinhas leves:
biscoitos, legumes e chás. Resolvido! Estou de dieta.

Quarta-Feira: Acordei com dor de cabeça. Acho que foi a folha de alface ou o biscoito do jantar. Preciso manter-me firme na dieta. Quero emagrecer dois quilos até o fim-de-semana. Ah! O nome dele é Marcelo. Ouvi um amigo dele falando com ele no elevador. E ainda tem mais: ele desmanchou o noivado há dois meses e está sozinho. Consegui sorrir para ele quando entrou no elevador e me cumprimentou. Estou progredindo, né? Como faço para me insinuar sem parecer vulgar? Comprei um vestido dois números menor que o meu. Será a minha meta.

Quinta-Feira: O Marcelo me cumprimentou ao entrar no elevador. Seu sorriso iluminou tudo! Ele me perguntou se eu era a arquiteta que viera transferida de Brasília e eu só fiz: “U-hum”... Ele me perguntou se eu estava gostando do Rio e eu disse: “U-hum”. Aí ele perguntou se eu já havia estado antes aqui e eu disse: “U-hum”. Então ele perguntou se eu só sabia falar “U-hum” e eu respondi: Ãh..ã .Será que fui muito evasiva? Será que eu deveria ter falado um pouco mais? Ai, amiga! Estou tão apaixonada! Estou resolvida! Amanhã vou perguntar se ele não gostaria de me mostrar o Rio de Janeiro no final de semana. Quanto ao resto, bem... ando com muita enxaqueca. Acho que vou quebrar meu regime hoje. Estou fazendo uma sopa de legumes. Espero que não me engorde demais.

Sexta-Feira: Amiga! Estou arruinada! Ontem à noite não resisti e me empanturrei. Coloquei bastante batata-doce na sopa, além de couve, repolho e beterraba. Menina, saí de casa que parecia um caminhão de lixo. Como eu peidava! (n0000ssaaaaa!) Você não imagina a minha vergonha de contar isto, mas se eu não desabafar, vou me jogar pela janela!). No metro, durante o trajecto para o trabalho, bastava um solavanco para eu soltar um futum que nem eu mesma suportava. Teve um momento em que alguém dentro do trem gritou: “Aí! Peidar até pode, mas jogar merda em pó dentro do vagão é muita sacanagem!T’ Uma senhora gorda foi responsabilizada. Todo mundo olhava para ela, tadinha. Ela ficou vermelha, ficou amarela, e eu aproveitava cada mudança de cor para soltar outro. O meu maior medo era prender e sair um barulhento. Eu estava morta de vergonha. Desci na estação e parei atrás de uma moça com um bebé no colo, enquanto aguardava minha vez de sair pela roleta. Aproveitei e soltei mais um. O senhor que estava na frente da mulher com o bebé virou-se para ela e disse: “Dona! E melhor a senhora jogar esse bebé fora porque ele está estragado!”. Na entrada do prédio onde trabalho tem uma senhora que vende bolinhos, café, queijo, essas coisas de camelô. Pois eu ia passando e um freguês começou a cheirar um pastel, justo na hora em que o futum se espalhou. O sujeito jogou o pastel no lixo e reclamou: “Pó, dona Maria! Esse pastel tá bichado!. Entrei no prédio resolvida a subir os dezasseis degraus pela escada. Meu azar foi que o Marcelo ficou segurando a porta, esperando que eu entrasse. Como não me decidia, ele me puxou pelo braço e apertou o botão do meu andar. Já no terceiro andar ficamos sozinhos. Cheguei a me sentir aliviada, pois assim a viagem terminaria mais rápido. Pensei rápido demais. O elevador deu um solavanco e as luzes se apagaram. Quase instantaneamente a iluminação de emergência acendeu. Marcelo sorriu (ai, aquele sorriso...) e disse que era a bruxa da sexta-feira. Era assim mesmo, logo a luz voltaria, não precisava se preocupar. Mal sabia ele que eu estava mesmo preocupada. Amiga, juro que tentei prender. Mas antes que saísse com estrondo, deixei escapar. Abaixei e fiquei respirando rápido, tentando aspirar o máximo possível, como se estivesse me sentindo mal, com falta de ar. Já se imaginou numa situação dessas? Peidar e ficar tentando aspirar o peido para que o homem mais lindo do mundo não perceba que você peidou? Ele ficou muito preocupado comigo e, se percebeu o mau cheiro, não o demonstrou. Quando achei que a catinga havia passado, voltei a respirar normal. Disse para ele que eu era claustrófoba. Mal ele me ajudou a levantar, eu não consegui prender o segundo, que saiu ainda pior que o anterior. O coitado dessa vez ficou meio azulado, mas ainda não disse nada. Abaixei novamente e fiquei respirando rápido de novo, como uma mulher em estado de parto. Dessa vez Marcelo ficou afastado, no canto mais distante de mim no elevador. Na ânsia de disfarçar, fiquei olhando para a sola dos meus sapatos, como se estivesse buscando a origem daquele fedor horroroso. Ele ficou lá, no canto, impávido. Nem bem o cheiro se esvaiu e veio outro. Ele se desesperou e começou a apertar a campainha de emergência. Coitado! Ele esmurrou a porta, gritou, esperneou, e eu lá, na respiração cachorrinho. Quando a catinga dissipou, ele se acalmou. As lágrimas começaram a escorrer pelos meus olhos. Ele me viu chorando, enxugou meus olhos e disse: “Meus olhos também estão ardendo...” Eu juro que pensei que ele fosse dizer algo bonito. Aquilo me magoou profundamente. Pensei: “Ah, é, FDP? Então acabou a respiração cachorrinho.. Depois disso, no primeiro ele cobriu rosto com o paletó. No segundo, enrolou a cabeça. No terceiro, prendeu a respiração, no quarto, ele ficou roxo. No quinto, me sacudiu pelos braços e berrou: “Mulher! Pára de se cagar!”. Depois disso ele só chorava. Chorou como um bebé até sermos resgatados, quatro horas depois. Entrei no escritório e pedi minha transferência para outro lugar, de preferência outro País.
Apague este e-mail depois de ler, tá?
Sua amiga,
Clarisse

18 abril 2007

Um par de ovos... não?

Se os ovos assim fossem.... Você os fritava?

17 abril 2007

Bêbadas...


Duas amigas casadas, totalmente bêbadas, depois de voltarem de uma reunião com as amigas sentiram uma vontade irresistível de fazer xixi. Pararam o carro próximo a um cemitério e apavoradas e bêbadas, sem outra alternativa, decidiram fazer lá dentro.
A primeira foi, se aliviou, e então se lembrou de que não tinha nada para se secar. Pegou a calcinha, secou-se e a jogou fora.
A segunda, que também não tinha nada para se secar, pensou:

"não vou jogar fora esta calcinha de renda caríssima e linda".

Então pegou a fita de uma coroa de flores que estava em cima de um túmulo e colocou para não molhar a calcinha.
No dia seguinte, um dos maridos ligou para o outro e disse:

- A minha mulher chegou ontem bêbada e sem calcinha...terminei o casamento...

O outro:

- Você tem sorte, a minha chegou com uma fita presa na bunda com a inscrição:

"Jamais te esqueceremos: Vagner, Moises, Elias e toda a turma da faculdade."

16 abril 2007

E O TRÂNSITO, QUE SE CUIDE...


QUANDO SE ACABA O TESÃO


Nem ostra, nem catuaba,
nem caldo de tubarão,
culhão de touro ou pirão,
nem mesmo, uma caldeirada,
vai levantar a "finada",
que vive olhando p'ro chão.
Nem pentelho de barrão,
lhe digo, na minha verve;
isso de nada lhe serve,
QUANDO SE ACABA O TESÃO...


Do Livro Gôta Miau! - Edição de 1997, esgotada.
Autor: Bob Motta

Olha a cara de felicidade dela


Aparelho Doméstico Branqueia Dentes Com Luz Azul e Íons de Prata



Março 12, 2007
Aparelho Doméstico Branqueia Dentes Com Luz Azul e Íons de Prata
Que tal fazer um rápido branqueamento de dentes em casa? O Ionic Teeth Whitener promete isso por US$ 29. O tratamento tem duas partes – primeiro, o usuário deve escovar os dentes com uma pasta especial. Depois, sem enxaguar a boca, deve colocar um aparelho que emite uma forte luz de LED azul nos dentes, ativando substâncias do creme dental.


O tratamento em si é feito com a ativação de íons de prata que são misturados à pasta de dente na unidade fabril. Uma vez ativados eles passam a agir para branquear os seus dentes amarelados pelo cigarro, café, refrigerantes de cola e vinho, entre outros.

Fonte: UOL

15 abril 2007

A VIDA DE UM VICIADO NA NET:


Não acorda, dá BOOT
Não possui, MEMÓRIA possui um HD De 10.3 GB
Não faz análise, DÁ UM SCANDISK
Não acredita em Deus, SÓ NA MICROSOFT
Não rouba, executa OPERAÇÃO ILEGAL
Não peca, comete ERROS FATAIS
Não pede ajuda, tecla F1
Não esquece, DELETA
Não evolui, FAZ UP GRADE
Não tem dó, TEM DOS
Não freqüenta boteco, prefere ambiente WINDOWS
Quando toma sopa de letrinhas, ESCOLHE A FONTE
Não tem cérebro, tem GERENCIADOR DE DISPOSITIVOS
Não guarda rancor, faz, BACKUP DAS MÁGOAS
Não tem raízes, tem CONFIGURAÇÕES REGIONAIS
Não desmarca compromissos, REMOVE PROGRAMAS
Não faz implante, ADICIONA NOVO HARDWARE
Só mostra documentos de WORD
Só usa tabelinha de, EXCEL
Quando está com gripe, TOMA ANTI VÍRUS
Não tem motorista, TEM DRIVE
Não exagera, MAXIMIZA

14 abril 2007

As colheres


Uma amiga me perguntou , o que se passou com um colaborador deste Blog, lhe contei uma pequena histórinha que aqui reproduzo.

Conta uma lenda que Deus convidou um homem para conhecer o céu e o inferno.
Foram primeiro ao inferno.
Ao abrirem uma porta, o homem viu uma sala em cujo centro havia um caldeirão de substanciosa sopa e à sua volta estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas.
Cada uma delas segurava uma colher, porém de cabo muito comprido, que lhes possibilitava alcançar o caldeirão mas não permitia que colocassem a sopa na própria boca. O sofrimento era grande.

Em seguida, Deus levou o homem para conhecer o céu.
Entraram em uma sala idêntica à primeira: havia o mesmo caldeirão, as pessoas em volta e as colheres de cabo comprido. A diferença é que todos estavam saciados.
Não havia fome, nem sofrimento.
"Eu não compreendo", disse o homem a Deus, "por que aqui as pessoas estão felizes enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual?".
Deus sorriu e respondeu:

"Você não percebeu? É porque aqui eles aprenderam a dar comida uns aos outros."

Moral: temos três situações que merecem profunda reflexão:

Egoísmo: as pessoas no "inferno" estavam altamente preocupadas com a sua própria fome, impedindo que se pensasse em alternativas para equacionar a situação;

Criatividade: como todos estavam querendo se safar da situação caótica que se encontravam, não tiveram a iniciativa de buscar alternativas que pudessem resolver o problema;

Equipe: se tivesse havido o espírito solidário e ajuda mútua, a situação teria sido rapidamente resolvida.

Conclusão: dificilmente o individualismo consegue transpor barreiras. O espírito de equipe é essencial para o alcance do sucesso. Uma equipe participativa, homogênea, coesa, vale mais do que um batalhão de pessoas com posicionamentos isolados.

Isto vale para qualquer área de sua vida, especialmente a profissional.

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