
Amigos e amigas, por vezes se interrogam da minha liberdade... Sendo eu, Alentejano e Eborense, um pouco Boémio, Sonhador, pela vida Apaixonado e Amante da Amizade.
pela vida ApaixonadoUm poeta indiano, Rabindranath Tagore, disse: “o mesmo rio da vida que corre pelo mundo corre constantemente pelas minhas veias e baila ao som de sua própria música.. É a mesma vida que grita de alegria, perfurando a terra com incontáveis lâminas de relva, e explode em agitadas ondas de flores”. Ele chamou a isso “o palpitar das eras dançando em meu sangue neste exacto momento”.
Ter gosto pela vida é entrar em contacto com essa dança. É enfrentar o que vem pela frente com despreocupação e liberdade. O desconhecido é o campo de todas as possibilidades que existe em cada instante. Nele encontramos liberdade, vamos além dos condicionamentos do passado e muito além da prisão do espaço e do tempo.
Amante da AmizadeAmizade não é receber, é dar. Não é magoar, é incentivar. Não é descrer, é crer. Não é criticar, é apoiar. Não é ofender, é compreender. Não é humilhar, é defender. Não é julgar, é aceitar. Não é esquecer, é perdoar. Amizade... é simplesmente amar. Fazer novas amizades é fácil. Mantê-las, cultivá-las, acariciá-las no dia-a-dia é que é muito difícil. Isso é o que devemos fazer dia após dia. Acariciar os amigos, mostrando o quanto gostamos deles! Não somos infalíveis. Podemos errar. E é nessa hora que precisamos ser perdoados e compreendidos. Essa é a verdadeira amizade!
Assim vos conto uma pequena história de como fazer o Amor durarUma jovem mulher e sua filha caminhavam pela praia. Num certo ponto, a menina disse:
- Como se faz para manter um amor?
A mãe olhou para a filha e respondeu:
- Pegue um pouco de areia e feche a mão com força.
A menina assim fez e reparou que, quanto mais forte apertava a areia com a mão, com mais velocidade a areia escapava.
- Mamãe, mas assim a areia cai!!!
- Eu sei, agora abra completamente a mão.
A menina assim fez, mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava na sua mão.
- Assim também não consigo mantê-la na minha mão!
A mãe, sempre a sorrir, disse:
- Agora pegue outra vez um pouco de areia e mantenha a mão um pouquinho aberta, como se fosse uma colher: fechada o suficiente para protege-la, mas aberta o bastante para lhe dar liberdade.
A menina experimentou e viu que a areia não escapava da mão, pois estava protegida do vento. A mãe concluiu:
- É assim que se faz durar um amor.