05 setembro 2009

A Professora...

Parabéns à professora pela sua presença de espírito.

Aconteceu na PUC-RS:

Uma professora universitária estava acabando de dar as últimas orientações para os alunos acerca da prova final que ocorreria no dia seguinte.

Finalizou alertando que não haveria desculpas para a falta de nenhum aluno, com exceção de um grave ferimento, doença ou a morte de algum parente próximo.

Um engraçadinho que sentava no fundo da classe, perguntou com aquele velho ar de cinismo:

- Dentre esses motivos justificados, podemos incluir o de extremo cansaço por actividade sexual???

A classe explodiu em gargalhadas, com a professora aguardando pacientemente que o silêncio fosse restabelecido.


Tão logo isso ocorreu, ela olhou para o palhaço e respondeu:

- Isto não é um motivo justificado. Como a prova será em forma de múltipla escolha, é apenas assinalar um X, você pode vir para a classe e escrever com a outra mão... ou, se não puder sentar-se, poderá respondê-la em pé.

(Foi-me enviada como facto Facto Verídico)

04 setembro 2009

Solidão


Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... isso é carência.

Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... isso é saudade.

Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe às vezes, para realinhar os pensamentos... isso é equilíbrio.

Tampouco é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente, para que revejamos a nossa vida... isso é um princípio da natureza.

Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... isso é circunstância.

Solidão é muito mais que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão, pela nossa alma.-

02 setembro 2009

Alguém especial


Como é bom ter alguém especial sempre ao nosso lado. Parece que a vida toma um outro rumo, transforma-se num mundo colorido, o vento fica mais suave, o sol brilha com uma intensidade diferente, a lua parece mais generosa e o mar fica mais azul. Ter pessoas especiais em nossa vida é como querer recomeçar todos os dias uma vida nova, coberta de esperança e com novos sonhos de felicidade sem limites.

Ter alguém especial ao nosso lado é não ter rótulos. É apenas se doar e amar...

Ter alguém especial ao nosso lado é vivenciar, a cada dia, o gostoso sabor do amor, quebrando o maior de todos os paradigmas: que a felicidade é somente para uns poucos iluminados.

Se houvesse uma única missão comum a todos neste planeta, ela só poderia ser a realização plena da felicidade. Então lute todos os dias por este sonho dourado! Aproveite este momento e mande uma mensagem para alguém especial.

31 agosto 2009

O Burro no poço...

O burro de um camponês caiu num poço.

Não chegou a se ferir, mas não podia sair dali por conta própria. Por isso o animal chorou fortemente durante horas, enquanto o camponês pensava no que fazer.

Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel:

concluiu que o burro já estava muito velho e que o poço já estava mesmo seco, precisaria ser tapado de alguma forma. Portanto, não valia a pena se esforçar para tirar o burrode dentro do poço.

Ao contrário, chamou seus vizinhos para ajudá-lo a enterrar vivo o burro.

Cada um deles pegou uma pá e começou a jogar terra dentro do poço.

O burro não tardou a se dar conta do que estavam fazendo com ele, e chorou desesperadamente. Porém, para surpresa de todos, o burro aquietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou. O camponês olhou para o fundo do poço e se surpreendeu com o que viu.

A cada pá de terra que caía sobre suas costas o burro a sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra. Assim, em pouco tempo, todos viram como o burro conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali trotando...

A vida vai lhe jogar muita terra, todo o tipo de terra, principalmente se você já estiver dentro de um poço. O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela. Cada um de nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima. Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos. Use a terra que te jogam para seguir adiante!

Recorde as 5 regras para ser feliz:

1 Liberte o seu coração do ódio.

2 Liberte a sua mente das preocupações.

3 Simplifique a sua vida.

4 Dê mais e espere menos.

5 Ame mais e... Aceite a terra que lhe jogam, pois ela pode ser a solução, não o problema.

28 agosto 2009

Dificuldade em agachar

Ele era completamente narcisista, estilista e tomava muito sol. ..Umamanhã parou nu em frente ao espelho para admirar seu corpo, e notou que estava todo bronzeado, à exceção de seu pênis. Então decidiu fazer algo a respeito. Foi à praia, se despiu completamente e se cobriu todo de areia, menos o dito cujo....
Duas velhinhas vinham caminhando pela praia. Uma delas usava um bastão para ajudar a caminhar. Ao ver aquela coisa saindo da areia, a que tinha o bastão começou a dar voltas ao redor, observando.
Quando se deu conta do que era, disse:
- Não há justiça no mundo!
A outra anciã, que também observava com curiosidade, lhe perguntou a que se referia.
A do bastão respondeu:
- Olha isso!!! Aos 20 anos, me dava curiosidade; Aos 30, me dava prazer;
Aos 40, me enlouquecia;
Aos 50, tinha que pedir;
Aos 60, rezava por ele; Aos 70, me esqueci que existia.
– Agora que tenho 80, crescem no solo, e eu não consigo me agachar ...

27 agosto 2009

A janela e o espelho

Um jovem muito rico foi ter com uma conversa com seu mestre rabi, e lhe pediu um conselho para orientar sua vida.

Este o conduziu até a janela e perguntou-lhe:

- O que vê através dos vidros?

- Vejo homens que vão e vêm, e um cego pedindo esmolas na rua.

Então o rabi mostrou-lhe um grande espelho e novamente o interrogou:

- Olha neste espelho e diz-me agora o que vê.

- Vejo-me a mim mesmo.

- E já não vê os outros! Repara que a janela e o espelho são ambos feitos da mesma matéria prima, o vidro; mas no espelho, porque há uma fina camada de prata colada ao vidro, não vê nele mais do que a tua pessoa. Deves comparar-te a estas duas espécies de vidro.

Pessoas de fé, de boa índole, enxergam os outros e têm compaixão por eles.

Coberto de prata - o egoísta, hipócrita, pobre de espírito -vê apenas a ti mesmo.

Só vales alguma coisa, quando tiveres coragem de arrancar o revestimento de prata que tapa os olhos, para poderes de novo ver e amar aos outros.

Autor: Desconhecido


"A verdadeira riqueza do homem é o bem que ele faz aos seus semelhantes."

Mahatma Gandhi

26 agosto 2009

Minerim e os 3 porquins

O ônibus que seguia em direção ao Rio de Janeiro, pára numa cidade do interior de Minas.
O Mineirim sobe com três leitõezinhos no colo.
Ao perceber a cena, um carioca (como de costume), quis logo tirar um sarro com a cara do pobre:.
- E aí mineiro, levando os porquinhos para passear?
- É sô, os bichins nunca viram o mar, uai!...
- Estes bichinhos tem nome?
- Teeeem sô! Este aqui chama, 'Suavó', aquele lá é,'Suatia ' ....
- Puto da vida, o carioca interrompe o mineiro:
- Deixa que eu advinho o nome deste último. É 'Suamãe' ?!.
- Não sô, esse é 'Seupai'. 'Suamãe', eu comi onti.

22 agosto 2009

O DIÁRIO DELA vs O DIÁRIO DELE


O DIÁRIO DELA
No Sábado à noite ele estava estranho.
Combinámos encontrarmo-nos no bar para tomar um copo.
Passei a tarde toda nas compras com as minhas amigas e pensei que pudesse ser por minha culpa, porque me atrasei um bocadinho, mas ele não fez grandes comentários.

A conversa não estava muito animada, de maneira que pensei em irmos a um lugar mais íntimo para podermos conversar mais em privado.
Fomos a um restaurante e ele AINDA a agir de modo estranho.
Tentei animá-lo e comecei a pensar se seria por minha causa ou outra coisa qualquer. Perguntei-lhe, e ele disse que não era eu. Mas não fiquei muito convencida.

No caminho para casa, no carro, disse-lhe que o amava muito e ele limitou-se a pôr-me braço por cima dos ombros.

Não sei que raio quis dizer com isso, porque não disse que me amava também, nem nada, e estava a ficar mesmo preocupada.

Finalmente chegámos a casa e eu já estava a pensar se ele me iria deixar!

Por isso tentei fazê-lo falar, mas ele ligou a televisão, e sentou-se com um olhar distante que parecia estar a dizer-me que estava tudo acabado entre nós.

Por fim, embora relutante, disse que me ia deitar.

Mais ou menos 10minutos depois ele veio também e, para minha surpresa, correspondeu aos meus avanços e fizemos amor.

Mas ainda parecia muito distraído, e depois quis confrontá-lo e falar sobre isso, mas comecei a chorar e chorei até adormecer.

Já não sei o que fazer.

Tenho quase a certeza que ele tem alguém e que a minha vida é um autêntico desastre.



O DIÁRIO DELE O Benfica perdeu. Mas dei uma queca.

21 agosto 2009

Remédios caseiros...


O médico, depois de ver a história clínica do paciente, pergunta :

- Fuma?
- Pouco.
- Faz bem. Quanto menos melhor!
- Bebe?
- Pouco.
- Ainda bem.
- Pratica desporto?
- Não posso. Tenho lesões antigas.
- Pois, é pena.
- E sexo, pratica com frequência?
- Muito pouco.
- Isso é que não pode ser. Se não pratica desporto, deve compensar fazendo muito sexo. Vá para casa e pense bem nisso...

Ele foi para casa, contou à mulher o que o médico lhe tinha dito e, de seguida, foi tomar um banho.

A mulher, esperançosa, enfeita-se, perfuma-se, põe o seu melhor baby-doll e fica à espera dele, numa pose toda provocante.

Ele sai do chuveiro, perfuma-se cuidadosamente, começa a vestir-se, e a mulher, surpreendida, pergunta:
- Aonde é que vais?
- Não ouviste o que o médico me disse?
- Sim, por isso mesmo estou aqui, já prontinha para... tu sabes!
Então ele responde:
- Ah, Francisca, Francisca, lá estás tu outra vez com a mania dos remédios caseiros...

17 agosto 2009

Ensaios para o amor

Ela era uma velhinha que morava sozinha, em uma grande casa. Não tinha amigos porque, ao longo dos anos, ela os vira morrer, um a um.

Seu coração era um poço de saudade e de perdas. Por isso, ela decidira que nunca mais se ligaria afetivamente a ninguém.

E, para se lembrar que um dia tivera amigos, passara a chamar as coisas pelos nomes dos amigos que haviam morrido.

Sua cama se chamava Belinha. Era grande, sólida e confortável. Mesmo depois que ela se fosse, Belinha continuaria a existir.

A poltrona confortável da sala de visitas se chamava Frida. Haveria de durar muitos anos mais.

A casa se chamava glória. Tinha sido construída há mais de cem anos, mas não aparentava mais que vinte. Era feita de madeira muito forte, vigorosa.

E o carro, grande, espaçoso se chamava Beto. "Haveria de servir", pensava a velhinha, "para alguém, depois de sua morte".

E assim vivia a velhinha solitária.

Certo dia, quando estava lavando a lama de Beto, um cachorrinho chegou no portão. O portão não tinha nome, porque ela achava que ele logo teria que ser substituído. Suas dobradiças estavam enferrujadas e a madeira apodrecida.

O animalzinho parecia estar com fome e ela tirou um pedaço de presunto da geladeira e o deu ao cão, mandando-o embora.

Porém, no dia seguinte, ele voltou. E no outro e no outro. Todos os dias, ele vinha, abanava o rabo e ela o alimentava, mandando-o embora.

Ela dizia que Belinha não comportava um adulto e um cachorro, que Frida não gostava que cães sentassem nela e glória não tolerava pêlo de cachorro.

E Beto? Bom, esse fazia os cachorros passarem mal.

Um ano depois, o animal estava grande, bonito. E tudo continuava do mesmo jeito. Até que um dia ele não apareceu.

Ela ficou sentada na escada, esperando. No dia seguinte, também. Nada.

Resolveu telefonar para o canil da cidade e perguntar se eles tinham visto um cachorro marrom. Descobriu que eles tinham dezenas de cachorros marrons.

Quando perguntaram se ele estava usando coleira com o nome, ela se deu conta que nunca dera um nome para ele.

Sentou-se e ficou pensando no cachorro marrom que não tinha coleira com um nome. Onde quer que estivesse, ninguém saberia que ele tinha de vir todos os dias até seu portão para que ela lhe desse de comer.

Tomou uma decisão. Dirigiu Beto até o canil e falou para o encarregado que queria procurar o seu cachorro.

Quando ele lhe perguntou o nome do cachorro, ela se lembrou dos nomes de todos os amigos queridos aos quais havia sobrevivido.

Viu seus rostos sorridentes, lembrou-se de seus nomes e pensou em como fora abençoada por ter conhecido esses amigos.

"Sou uma velha sortuda", pensou.

"O nome do meu cachorro é Sortudo", disse.

E gritou, ao ver os cães no grande quintal: "aqui, Sortudo"!

Ao som da sua voz, o cachorro marrom veio correndo. Daquele dia em diante, Sortudo morou com a velhinha.

Beto parece que gostou de transportar o cachorro. Frida não se incomodou que ele sentasse nela. Glória não ligou para os pelos do cachorro.

E todas as noites Belinha faz questão de se esticar bem para que nela possam se acomodar um cachorro marrom Sortudo...e a velhinha que lhe deu o nome.

...............................

Não temamos nos afeiçoar às pessoas. Ninguém consegue viver sem amor, sem amigos, sem ninguém.

Não nos enclausuremos em solidão, nem percamos a oportunidade extraordinária de amar.

Amemos a quem nos rodeia. Também à natureza e os animais, recordando que tudo é obra do excelente pai que nos criou.

in motivacional

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