25 fevereiro 2010

Andar de Bicicleta

Três amigos sofreram um acidente e morreram. Ao chegar ao céu, São Pedro dá uma BMW ao primeiro e lhe diz:
– Em vida você nunca traiu sua esposa, portanto esse carro é pra você andar no céu.
O segundo recém-defunto, ganhou do velho Pedro com ar de reprovação, um corsinha. Ele tinha traído a esposa uma ou outra vez.
O terceiro, com muito choro, ganhou um fusquinha. Ele era um fanfarrão, mulherengo, raparigueiro, rabo de saia e todos os demais adjetivos do gênero.
Certo dia, o cara do fusquinha vê o da BMW parado no acostamento chorando copiosamente e diz:
- Pôxa cara, você com um carrão desses chorando aí, olhe pra mim, só tenho esse fusca, e sou feliz vida, ou melhor, da morte. O que aconteceu?
- Minha mulher acabou de morrer.
- Mas e daí, nós estamos mortos também!!
- Eu sei, mas ela é aquela passando ali de bicicleta!

23 fevereiro 2010

A “Catástrofe”



Havia um lugar muito bonito, com belas árvores e flores, um parque verdejante e um lindo jardim.

O local era privado de alguns recursos, mas, mesmo assim, um zeloso jardineiro que vivia na região persistia em mantê-lo belo, apesar das dificuldades que o lugarejo apresentava.

A água era pouca, e a terra não era muito fértil. Muitas das flores que se plantavam neste terreno não sobreviviam, ao mesmo tempo em que as circunstâncias precárias proporcionavam o surgimento de algumas ervas daninhas, que teimavam em crescer.

Para dificultar ainda mais o trabalho do jardineiro, havia uma enorme pedra no topo de uma montanha que se erguia na região. Ao início das tardes, a pedra fazia muita sombra no local e prejudicava o crescimento das flores mais delicadas e belas.

O jardineiro trabalhava arduamente, com muito amor, mantendo tudo sempre lindo e em ordem. Porém, era só ele descansar um pouco e pronto! Algumas flores morriam, enquanto as ervas daninhas cresciam rapidamente.

Seu trabalho era reconhecido por todos do lugar, que o admiravam pelo belo jardim que ele fizera nascer e que mantinha com tanto carinho.

Eis que, um dia, ocorreu um grande terremoto em toda a região, seguido de um forte vendaval, que devastou o local. Tudo foi destruído, inclusive o parque e o lindo jardim.

Após a terrível catástrofe, o jardineiro olhava com desolação para o que havia sobrado, lamentando profundamente todo o seu trabalho de anos que havia sido perdido com a catástrofe. Via-se totalmente sem forças só de imaginar o enorme trabalho que teria pela frente caso quisesse refazer o jardim.

Neste momento, notou que a grande pedra no topo da montanha se movimentava, não tardando a precipitar-se, rolando sobre o jardim e destruindo o pouco que havia sobrado. O próprio jardineiro, se não tivesse prestado atenção, morreria, mas conseguiu escapar por pouco de mais um triste acontecimento.

Vendo totalmente destruída a obra que criara por anos a fio, começou a chorar. Não sabia o que pensar. Todos os seus sentimentos estavam confusos e perdidos dentro do seu peito. Por que estas coisas acontecem conosco, pensava ele no seu íntimo. Por quê?

Neste momento ele sentia ir embora suas forças vitais e pensava até mesmo em morrer, de tanto desgosto com o que via pela frente, julgando-se injustiçado pela vida.

O jardineiro chorava copiosamente, mas o dia avançava e as nuvens da destruição começavam a ir embora, enquanto o céu se abria, deixando que o sol voltasse a brilhar novamente sobre o lugarejo.

Nesta hora, ele nota um fio de água que corria pelo meio do jardim e pergunta-se: de onde vem essa água?

Resolveu seguir o fio de água, logo percebendo que ela descia da montanha. Chegando ao topo, depara com o lugar de origem da pedra, de onde, agora, brotava uma fonte.

Enquanto isso, o pequeno fio de água sulcava a terra por onde passava, aumentando rapidamente seu fluxo, logo se tornando uma pequena e linda cascata.

Só então o jardineiro percebeu que, mesmo já avançada a tarde, ainda havia luz do sol sobre o lugar, pois a pedra, que outrora bloqueava a luz do sol, já não estava mais no mesmo lugar. A luz chegava livremente ao jardim, que permaneceu iluminado pelo resto do dia.

Tudo isso deu novo ânimo ao jardineiro, que já passava a ver o ocorrido com outros olhos e, de imediato, começou a mexer na terra.

Nesta hora, o jardineiro teve outra boa surpresa: ao remexer a terra, ela surgia com outra coloração, agora mais negra e rica, trazida do fundo do terreno à superfície pelo terremoto que arruinara o lugar.

Assim, passando a considerar as coisas boas que a “catástrofe” trouxe, com sua experiência de vida e agora reanimado ao ver que tudo pode ser feito ainda melhor, o jardineiro trabalhava, fazendo renascer o jardim, desta vez ainda mais belo e saudável do que antes.

Até hoje, em vez de amaldiçoar aquilo que inicialmente julgou ser uma catástrofe, o jardineiro agradece a oportunidade de ter sobrevivido e poder recomeçar tudo, sob novas condições.

Esta história nos faz perceber que tudo o que acontece em nossas vidas, por mais catastrófico, sofrido e dolorido que possa parecer no momento, sempre deixará algo de positivo.

Se estiver sofrendo com algo muito dolorido, tenha paciência e lembre-se que, daqui a pouco, as nuvens da destruição passarão, e o dia novamente brilhará.

Tenha certeza disto. Nessa hora, olhe para trás e veja o que se pode aprender com tudo o que aconteceu. Assimile as coisas boas do passado e agradeça pela vida que ainda há pela frente e por poder recomeçar, desta vez, melhor.

Marcelo Abrileri

21 fevereiro 2010

Se rir, morre!



Um Carioca, um Baiano e um Paulista sobreviveram a um naufrágio.
Eles nadaram, nadaram, até que chegaram a uma ilha.

- Ufa! Estamos salvos! - gritaram.
Logo que chegaram, perceberam que a ilha era habitada por nativos pouco amigáveis.
Foram então tentar conversar com eles:
- Oi, somos sobreviventes de um naufrágio.
Poderiam nos ajudar?
- Não, vocês não podem ficar aqui (detalhe: os nativos eram poliglotas).
- Mas, por favor deixem-nos ficar.... senão vamos morrer.... por favor!!!
- Tudo bem, tudo bem, mas para ficar aqui, cada um dos três terá que nos trazer duas frutas!!! Então os 3 náufragos foram atrás das frutas.
O primeiro a voltar foi o carioca, com uma ameixa e uma uva.
Então o nativo-mor falou:
- Agora você coloca as duas frutas no ânus. Se rir, morre!
O Carioca colocou a ameixa (beleza.), colocou a uva e riu...Foi decapitado.
Mais tarde veio o Baiano, com um limão e um pêssego.
O nativo-mor falou a mesma coisa: Se rir, morre! - O baiano, no sacrifício, colocou o limão e na hora do pêssego caiu na gargalhada. Teve o pescoço cortado.
Mais tarde os dois se encontraram no céu e o Baiano falou para o Carioca:
- E aí, você riu também, né?
- Pois é, a uva estourou quando eu tava colocando, fez cosquinha, eu não agüentei e ri. E você? - Ah, eu fiz um tremendo sacrifício para colocar o limão e quando tava colocando o pêssego , vi o Paulista chegando com uma jaca e um abacaxi.. NÃO AGUENTEI!!!

19 fevereiro 2010

A Lurdes

A Lurdes era muito religiosa e cumpria os mandamentos de Deus.
Casou-se e teve 11 filhos. Depois o marido morreu.

Passado pouco tempo, voltou a casar. Teve mais 17 filhos. Depois o segundo marido morre.

Cinco semanas mais tarde, a Lurdes morre.

No funeral, o padre, olhando a defunta no caixão, comenta:

'Ah.. finalmente juntos.'

Uma velhota que se encontrava perto perguntou:

- 'Desculpe, padre.. mas quando diz finalmente juntos, refere-se à defunta e o seu primeiro marido, ou à defunta e o seu segundo marido ?'

- 'Refiro-me aos joelhos da Lurdes... '

17 fevereiro 2010

Viver como as flores




- Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes. Sinto ódio das que são mentirosas. Sofro com as que caluniam.

- Pois viva como as flores - advertiu o mestre.

- Como é viver como as flores? - perguntou o discípulo.

- Repare nestas flores - continuou o mestre, apontando lírios que cresciam no jardim - Elas nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas. É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem. Os defeitos deles são deles, e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento. Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora... Isso é viver como as flores...

09 fevereiro 2010

A bagagem


Quando sua vida começa, você tem apenas uma mala pequenina de mão. À medida que os anos vão passando, a bagagem vai aumentando porque existem muitas coisas que você recolhe pelo caminho, coisas que você pensa que são importantes.


Num determinado ponto do caminho, começa a ficar insuportável carregar tantas coisas, pesa demais. Então você pode escolher: ficar sentado à beira do caminho, esperando que alguém ajude - o que é difícil, pois todos que passarem por ali já terão sua própria bagagem. Você pode ficar a vida inteira esperando, até que seus dias acabem. Ou pode aliviar o peso, esvaziar a mala.

Mas o que tirar? Você começa tirando tudo. Veja o que tem dentro:

Amor, Amizade... Nossa! Tem bastante... curioso, não pesa nada.

Tem algo pesado... você faz força para tirar... era a Raiva - como ela pesa!

Aí você começa a tirar, tirar e aparecem a Incompreensão, o Medo, o Pessimismo.

Nesse momento, o Desânimo quase te puxa pra dentro da mala.

Mas você puxa-o para fora com toda a força e, no fundo, aparece um Sorriso, sufocado no fundo da sua bagagem.

Pula para fora outro Sorriso e mais outro, e aí sai a Felicidade.

Então você coloca de novo as mãos dentro da mala e tira a Tristeza.

Agora, você vai ter que procurar a Paciência dentro da mala, pois vai precisar bastante dela.

Procure então o resto: Força, Esperança, Coragem, Entusiasmo, Equilíbrio, Responsabilidade, Tolerância e o Bom e Velho Humor.

Tire a Preocupação também. Deixe de lado, depois você pensa o que fazer com ela.

Bem, sua bagagem está pronta para ser arrumada de novo. Mas, pense bem o que vai colocar lá dentro de novo, hein?

Agora é com você. E não se esqueça de fazer isso mais vezes, pois o caminho é longo. Muito longo. Lembre-se disso sempre.

Desconheço o Autor

08 fevereiro 2010

BEM E-X-P-L-I-C-A-D-I-N-H-O.



No Confessionário,

- Meu filho, quais são os seus pecados?
- Padre, eu comunguei há três anos.
- Ok, meu filho, e quais são seus pecados?
- Eu comunguei há três anos.
- Está bem meu filho, eu sei que você comungou há três anos. Isso não é
  pecado! Conte-me os seus verdadeiros pecados...
- Padre, estou lhe dizendo: EU - COMO - UM - GAY - HÁ - TRÊS - ANOS

Mais uma

- Padre, perdoa-me porque pequei (voz feminina).
- Diga-me, filha, quais são os teus pecados?
- Padre, o demônio da tentação se apoderou de mim, pobre pecadora...
- Como é isso, filha?
- É que quando falo com um homem, tenho sensações no corpo que não saberia descrever...
- Filha, apesar de padre, eu também sou um homem...
- Sim, padre, por isso vim confessar-me consigo.
- Bem filha, como são essas sensações?
- Não sei bem como explicá-las - neste momento, meu corpo se recusa a ficar de joelhos e necessito ficar mais à vontade.
- Sério??
- Sim, desejo relaxar - o melhor seria deitar-me...
- Filha, deitada como?
- De costas para o piso, até que passe a tensão...
- E que mais?
- É como um sofrimento, não encontro palavras.
- Continue, minha filha.
- Talvez um pouco de calor me alivie..
- Calor?
- Calor padre, calor humano, que leve alívio ao meu padecer...
- E com que frequência é essa tentação?
- Permanente, padre. Por exemplo, neste momento imagino suas mãos massageando a minha pele, me dariam muito alívio...
- Filha?!
- Sim, padre, me perdoa, mas preciso que alguém forte me estreite em seus braços e me dê o alívio de que necessito...
- Por exemplo, eu?
- Sim padre, você é a categoria de homem que imagino poder me aliviar.
- Perdoa-me minha filha, mas preciso saber tua idade...
- Setenta e quatro, padre.
- Filha, vai em paz, que o teu problema é reumatismo...

06 fevereiro 2010

DALTÔNICO É O CACETE!

- Noite alta, um senhor bem vestido, chegando de viagem, toma um táxi no aeroporto e pede ao motorista para levá-lo para casa.

No caminho, vê uma senhora, também muito bem vestida, entrando uma Boate chamada 'Dito e Feito'. Reconhecendo a mulher, ele pede ao taxista que retorne à porta da boate. Tira do bolso um maço de notas e diz:

- Aqui estão dois mil reais. São seus se você tirar de dentro da boate aquela mulher vestida de vermelho que acaba de entrar. Mas vá tirando e cobrindo de porrada, sem contemplações, porque aquela desgraçada é minha esposa.

O taxista, que andava numa 'dureza daquelas', aceita de cara e adentra a Boate. Cinco minutos depois ele sai, arrastando uma mulher pelos cabelos, com o rosto sangrando, toda desgrenhada, e gritando todos os impropérios que se possa imaginar.

O senhor no táxi vê a cena e percebe, horrorizado, que a mulher está vestida de verde e sai correndo para alertar o taxista do erro.

- Pare! Pare! O senhor errou. Como o senhor confundiu vermelho com verde? O senhor é daltônico?

Ao que o taxista retruca:

- Daltônico é o cacete! Esta é a minha... Já volto lá, pra pegar a sua!

05 fevereiro 2010

Numa de rir, da desgraça....


Sócrates,  Obama e o Papa viajavam  juntos no mesmo avião, quando aparece numa das asas o Diabo com uma enorme serra  e começa a serrar a asa da aeronave.


Quando viram o Diabo  ficaram apavorados, e Sócrates vira-se  para  o Obama:

- Obama, você que sabe falar e argumentar como ninguém, convença o  cornudo a parar com isso senão vamos cair e morrer todos!!!

Obama foi até lá,  conversou... conversou... e nada do capeta parar...
 


Obama voltou e implorou  ao Papa:

- Papa, só o senhor nos  poderá  salvar... Ele não quer nem conversa...
vai mesmo  derrubar  o avião !!!

O Papa foi até ao Diabo, usou de toda sua persuasão, argumentou o  que pôde... e nada... Desistiu, voltou e resumiu a  conversa:

- Não sei o que  fazer... Estamos perdidos... Vamos rezar!!!

Foi quando Sócrates se  levantou e disse:

- Deixa comigo... Sou a última chance, vou  tentar.

E lá foi ele falar com o Diabo. Mal trocaram duas palavras o Diabo  parou de serrar a asa do avião... e sumiu.

Obama e o Papa ficaram  surpreendidos e perguntaram:  
- O que é que você lhe disse?
-  Companheiro... se eu morrer, vou formar governo no  Inferno!


NOTA:

Só  os portugueses são capazes de brincar com a "desgraça "  !!!!  

03 fevereiro 2010

Comparando...



- Quando o Papa Paulo VI veio a Portugal, vivíamos em 'ditadura', sendo 1º ministro Salazar.

O Papa perguntou-lhe qual o motivo de ter tantos ministros, obtendo a seguinte resposta:

- Santidade, Jesus tinha 12 apóstolos, eu tenho 12 ministros.

Em 2010, quando o Papa Bento XVI visitar Portugal e perguntar ao 1º ministro para quê 40 ministros e secretários de estado, Sócrates, certamente, responderá:

- Bem, Santidade... Ali Baba tinha 40 ladrões!

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