26 maio 2010

Fotos de Viagem IV


Mais uma fotos, sem qualquer tratamento, representativas do passeio a terras Nordestinas desde Canoa Quebrada ate Maceio.
Fiquei sem saber, se a bocarra se ilumina pela noite... em graça está os adereços floridos na cabeça...

A namoradeira... estava no balcão dos copos e petiscos... seria para influenciar um mais deprimido.

Este mar verde-azul me me enche o olhar.

Olinda... terra de encanto.

Da Academia do ceramista Francisco Brennand em Recife
são a as fotos seguintes

Remanso dos cortadores de relva

Bichinho alarde e sedento, emergindo como a amizade











Cadelinha escarrachada, foi uma delicia brincar com ela em casa de uma amiga escritora

Recife... Edifícios junto da baía

Fotos tiradas no Instituto Ricardo Bernnand em Recife











Ja  vi muitas armaduras nesta velha Europa... nunca vi para cão de fila



Cinzeiro que me serviu num 8 andar... para desgosto da proprietária do mesmo

Uma grande recordação me acompanhou e acompanha ainda....

25 maio 2010

Fotos de Viagem III


As fotos são postadas aleatoriamente... Não tem qualquer sentido a sua sequência.
As fotos não sofreram qualquer tratamento.

Uma janela nos separa, no lado de lá a exuberante amizade demonstrada

O que apetece mesmo, neste imenso areal, neste mar e á sombra deste coqueiral... gozar o remanso... pois foi o que fiz

A publicidade brasileira é bastante agressiva... 

Sem comentários... me pareceu terminar no infinito

Ao ver a foto me lembrei, que tenho de lá voltar, é que não cobrei a água de coco

Vende-se de tudo como na farmácia...

A arte que molda o barro, muitos deviam aprender com os artesãos a moldar as amizades.

A arte de moldar o barro, dando brilho ao que inicialmente não ligamos...

Lhe chamam jerico, jumento, burro... mas será que é tão burro assim por ser teimoso... então eu também sou burro, pois graças a teimosia minha este passeio se completou.

Passei por um museu em Recife (Francisco) que é uma obra prima na expressão fálica, ao ver este trabalho me lembrei do sinal contrário.

No meio do mato, encontrei este empresário do mundo turístico de Pernambuco, amável, bem falante, atencioso... cobrava nas entradas pelo que achava das pessoas... e o malandrote até se riu quando o interpelei, D. Dilma (esposa), fez uma galinha caipira excelente.

Como resposta o empresário turístico, mandou apanhar uns limões doces, para eu provar.

Esta a cabana que servia de ponto de apoio à empresa turística do Pernambucano

Só queria que vissem o harém que o bicho tinha ali no mato...

Não pisar por favor... faltava a placa.

Me dá uma água na boca.

A força do artesanato Pernambucano

Pois...pois, também vi... não foi só beleza não.

Podem até de me chamar de paspalho, mas quem gozou todos estes encantos fui eu e a namorada.

24 maio 2010

Fotos de Viagem II

As fotos são postadas aleatoriamente... Não tem qualquer sentido a sua sequência.
As fotos não sofreram qualquer qualquer tratamento, exceptuando uma que por motivos óbvios foi intencionalmente distorcida.
Pelas mais de 6000 retirei pela sorte estas... espero que apreciem.

O encontro do céu com a terra, numa demonstração que as partes se completam e se reflectem uma na outra

Até os saguins nos receberam... brincando para nós.


Os caminhos seguem vias paralelas, desfrutando o que de belo a vida oferece

Este olhar introspectivo, como me interrogado, que fazia eu ali... 

Entre papagaios e tucanos, deu ainda para ouvir música ao vivo e arrumar umas ostras com o primeiro suco de cevada brasileiro da viagem

Foi esta a linha traçada, sempre em frente sem olhar para trás

A cidade e a praia... Natal

O betão da grande urbe

Este saiu do Mar para a Brasa e da Brasa para a Mesa e da Mesa confortou dois... e de que maneira.

Local Idílico... eu sei em que praia foi, não coloco o nome pois todas de igual modo são paradisíacas.

Tão belas como quem se banhava noite fora... acho que não era só o efeito da pinga... era o saborear do momento. (Foto distorcida)

Esta foi tirada já noite,  à os que conspurcam, outros têm de limpar as porcarias

Até a lua deu um ar de graça 

A baía da cidade, no meio do breu da noite... no vai e vem das ondas eu me embalei.

Lagosta bem suculenta... preparada por mulher de pescador.

O Sol se põe, o dia acaba, a amizade perdura

Por morrer uma andorinha, não acaba a Primavera, por uma perna partida, não termina um passeio

Os caminhos que percorri e foram muitos, alguns eram assim, da braveza das matas... nossos olhares se regalaram

Caminhos sem fim, que nos transportaram a uma das mais belas praias do Brasil

Pequenos povoados de gentes atenciosas e delicadas e por cá me fartavam de avisar para não me meter por estes caminhos, eles não sabem o que perdem em não saberem suplantar os receios.

Que a solidão nunca me acompanhe... esta praia ao momento era só nossa

Eu gosto mais de cevada... gosto não estavam em discussão

O céu beijando as ardentes areias

Praia cheia de encanto e beleza esta.

E o sonho, comanda a vida como bola colorida nas mãos de uma criança
(António Gedeão)

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