25 junho 2008

Ter Pau ou não ter eis a questão...

Click na imagem para aumentar a imagem

Enviado por Francisco Charneca

22 junho 2008

Tempos de Crise


Em época de crise e recessão, o estado tenta a todo o custo diminuir o défice e chegar no menor tempo possível às metas impostas pela união europeia. O estado português aumenta os impostos, encarece os serviços, o desemprego aumenta, e proclama que todos devemos pagar a crise. Mas o facto é que nem todos podem pagar por igual, embora pareça ser esse o espírito.

ALTERAÇÃO AO CÓDIGO DO TRABALHO:

1. INDUMENTÁRIA:

§ Informamos que o funcionário deverá trabalhar vestido de acordo com o seu Salário.

§ Se o virmos calçado com uns ténis Adidas de 100,00 EUR ou com uma bolsa GUCCI de 150,00 EUR,presumiremos que está muito bem de finanças e portanto, não precisa de aumento.

§ Se ele se vestir de forma pobre, será um sinal de que precisa aprender a controlar melhor o seu dinheiro para que possa comprar roupas melhores e portanto, não precisa de aumento.

§ E se ele se vestir no meio-termo, estará perfeito e portanto, não precisa de aumento.

2. AUSÊNCIA DEVIDO A DOENÇA:

Não vamos mais aceitar uma declaração do médico como prova de doença.

Se o funcionário tem condições para ir até ao consultório médico também tem para vir trabalhar.

CIRURGIA:

As cirurgias são proibidas.

Enquanto o funcionário trabalhar nesta empresa, precisará de todos os seus órgãos, portanto, não deve pensar em tirar nada. Nós contratámo-lo inteiro. Remover algo constitui quebra de contrato.

3. AUSÊNCIAS DEVIDO A MOTIVOS PESSOAIS:

Cada funcionário receberá 104 dias para assuntos pessoais, em cada ano. Chamam-se Sábados e Domingos.

4. FÉRIAS:

Todos os funcionários têm direito a gozar ainda mais 12 dias de férias nos seguintes dias de cada ano:

§ 1 de Janeiro,

§ Dia de Páscoa

§ 25 de Abril,

§ 1 de Maio,

§ 10 de Junho,

§ 15 de Agosto,

§ 5 de Outubro,

§ 1 de Novembro,

§ 1, 8 e 25 de Dezembro.

5. AUSÊNCIA DEVIDO AO FALECIMENTO DE ENTE QUERIDO:

Esta não é uma justificação para perder um dia de trabalho. Não há nada que se possa fazer pelos amigos, parentes ou colegas de trabalho falecidos. Todo o esforço deverá ser empenhado para que os não-funcionários cuidem dos detalhes. Nos casos raros, onde o envolvimento do funcionário é necessário, o enterro deverá ser marcado para o final da tarde. Teremos prazer em permitir que o funcionário trabalhe durante o horário do almoço e, daí sair uma hora mais cedo, desde que o seu trabalho esteja em dia.

6. AUSÊNCIA DEVIDO À SUA PRÓPRIA MORTE:

Isto será aceite como desculpa.

Entretanto, exigimos pelo menos 15 dias de aviso prévio, visto que cabe ao funcionário treinar o seu substituto.

7. O USO DO WC:

Os funcionários estão a passar tempo demais na casa de banho.

No futuro, seguiremos o sistema de ordem alfabética. Por exemplo, todos os funcionários cujos nomes começam com a letra 'A' irão entre as 9:00 e 9:20, aqueles com a letra 'B' entre 9:20 e 9:40, etc. Se não puder ir na hora designada, será preciso esperar a sua vez, no dia seguinte.

Em caso de emergência, os funcionários poderão trocar o seu horário com um colega. Ambos os chefes dos funcionários deverão aprovar essa troca, por escrito.

Adicionalmente, agora há um limite estritamente máximo de 3 minutos na sanita. Acabando esses 3 minutos, um alarme tocará, o rolo de papel higiénico será recolhido, a porta da sanita abrir-se-á e uma foto será tirada. Se for repetente, a foto será afixada no quadro de avisos e Intranet do Serviço com o título infractor Crónico.

8. A HORA DO ALMOÇO:

Os magros têm 30 minutos para o almoço, porque precisam comer mais para parecerem saudáveis.

As pessoas de tamanho normal têm 15 minutos para comer uma refeição balanceada que sustente o seu corpo mediano.

Os gordos têm 5 minutos, porque é tudo que precisam para tomar uma salada e um moderador de apetite.

Muito obrigado pela sua fidelidade à nossa empresa. Estamos aqui para proporcionar uma experiência laboral positiva. Portanto, todas as dúvidas, comentários, preocupações, reclamações, frustrações, irritações, desagravos, insinuações, alegações, acusações, observações, consternações e quaisquer outras... ões' deverão ser dirigidas para outro lugar.

Tenham uma boa semana.

A Administração.

Depilação Cavada



Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.

- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
- Vai depilar o quê?
- Virilha. - Normal ou cavada?

Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.

- Cavada mesmo.

- Amanhã, às... Deixa eu ver...13h?

- Ok. Marcado. Chegou o dia em que perderia dez quilos.

Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui.
Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguísse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.


- Querida, pode deitar.


Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era O Albergue mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.

- Quer bem cavada?

-..é... é, isso.

Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.


- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.
- Ah, sim, claro.

Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).

- Pode abrir as pernas.
- Assim?
Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.
- Arreganhada, né?


Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar. Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural. Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.

- Tudo ótimo. E você?


Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes. O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.

- Quer que tire dos lábios?

- Não, eu quero só virilha, bigode não.

- Não, querida, os lábios dela aqui ó.

Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.
- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor. Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.

- Olha, tá ficando linda essa depilação.

- Menina, mas tá cheio de encravado aqui.

Olha de perto.
Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. "Me leva daqui, Deus, me teletransporta".
Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.


- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?

-Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.


Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe de arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.


- Vamos ficar de lado agora?
- Hein?
- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.


Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.

- Segura sua bunda aqui?
- Hein?

- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.


Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:


- Tudo bem, Pê?

- Sim... sonhei de novo com o cu de uma cliente.
Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cus por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá? Fui impedida de desfiar o questionamento.
Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.


- Vira agora do outro lado.


Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez?
Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.


- Penélope, empresta um chumaço de algodão?


Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.

- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.

- Máquina de quê?!

- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
- Dói?

- Dói nada.
- Tá, passa essa merda...
- Baixa a calcinha, por favor.


Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha, como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria baixar a calcinha?
E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.


- Prontinha. Posso passar um talco?

- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.

- Tá linda! Pode namorar muito agora.


Namorar...namorar... eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.
Filha da puta foi a mulher que inventou a "cavadinha".

Autor(a): anônimo(a)

18 junho 2008

Complemento solidário .....


Caricato, Vergonhoso, e me Ri... Como o sr. eng. (de canudo tirado, retirado ou lá como se diz em certa universidade) colocou este País à beira mar plantado... sempre com aquele sorriso de troça de fussas e nariz empinado e que nada mais faz do que ocupar tempo de antena... não se admire o sr. eng. e os da sua laia e lábia... Se um dia os Portugueses o mandarem visitar Peniche (forte)... como certo senhor de S.Comba Dão mais conhecido pelo seminarista.

Idoso recebe subsídio de um euro

Um cidadão que requereu o Complemento Solidário para Idosos (CSI) recebeu como resposta que irá passar a receber apenas um euro por mês, sendo essa quantia entregue quando atingir o valor de cinco euros. Este caso foi ontem denunciado pelo líder parlamentar do PCP, Bernardino Soares, que apresentou o documento do Instituto da Segurança Social em que o beneficiário foi notificado dessa decisão, sendo-lhe comunicado que tem 15 dias úteis para apresentar reclamação e três meses para recorrer hierarquicamente ou contenciosamente.•
"Isto só prova que toda a propaganda do Governo de que há 80 mil idosos a receber uma média de 80 euros não corresponde à verdade", comentou o deputado comunista ao CM. "Têm de apresentar pensões, contas bancárias, vencimento dos filhos e preencher cerca de 11 impressos. Tanta burocracia para depois receberem um euro", criticou.
OCSI está integrado no Subsistema de Solidariedade do Sistema de Protecção Social de Cidadania e é destinado a pensionistas com mais de 65 anos, somando-se às suas reformas. » COMENTÁRIOS 14 Junho 2008 - 02h01 | Fernando Reis Acho que ainda estarei vivo quando aparecer uma nova ditadura com um novo Salazar.Foi com brincadeiras deste tipo, que em 1936, o País deu a volta!...e o povo apoiou
13 Junho 2008 - 20h36 | oli isto nem da para ser comentado por favor.Isto não passa de uma brincadeira 13 Junho 2008 - 17h41 | Florisa VERGONHA de país!

"in Correio da Manhã -
13 Junho 2008"

16 junho 2008

A cantada do ano!


Mais ou menos 29 anos, executivo, bem apessoado, senta-se na poltrona do avião com destino a New York e maravilha: depara-se com uma morena escultural sentada na poltrona junto à janela.
Pernas cruzadas, perfeitas, saia curta deixando entrever um belíssimo par de coxas, seios no tamanho exacto, empinados, lábios carnudos, mas sem volume demasiado, enfim, uma DEUSA!
Descola a aeronave, céu de brigadeiro, uma vontade enorme de puxar conversa, mas a morena, impassível, lê um grosso volume com muita atenção. Quinze minutos de vôo e o cavalheiro não se contém:

- É a primeira vez que vai a New York?
Ela, gentil, com uma voz muito sensual, mas de certa forma reservada:
- Não, é uma viagem habitual...
Ele, agora animado:
- Trabalha com moda, por acaso...?
- Não, viajo em função de minhas pesquisas...
- Desculpe-me a curiosidade, é escritora...?
- Não, sou sexóloga.
- Muito interessante e raro. Suas pesquisas dedicam-se, na sexologia, a quê, especificamente?
Ela, tranquila e sempre com a mesma voz de veludo:
- No momento, dedico-me a pesquisar as características do membro masculino, o que julgo ser um trabalho de fôlego e muito difícil. - Nas suas pesquisas, a que conclusão já chegou? - Bom, de todos os pesquisados, já concluí que os Índios, sem dúvida, são os portadores de membros com as dimensões mais avantajadas e em contrapartida, os Árabes são os que permanecem mais tempo no coito antes de entrarem em gozo. Logo, são os que proporcionam mais prazer às suas parceiras. Além disso... Oh!
Desculpe-me, senhor! Eu estou aqui falando sem parar e nem sei o seu nome...
- MOHAMED PATAXÓ, às suas ordens!

05 junho 2008

A tua casa vista por…

Vista por ti…

Vista pelo comprador…

Vista pelo banco…

Vista pelo avaliador

Vista pelas Finanças Portuguesas

REDUTOR DE VELOCIDADE EM MATO-GROSSO!!!!

Foto por email de Francisco Charneca

Definições que não estão no Dicionário

Definições que não estão no Dicionário

AMOR: Enfermidade temporária que se cura com o casamento . Palavra de quatro letras , duas vogais e dois idiotas.

DANÇAR: É a frustração vertical de um desejo horizontal.

ESCUTEIROS: 40 crianças vestidas de idiotas , comandadas por 1 idiota vestido de criança.

DOR DE CABEÇA: Anticonceptivo mais usado pelas mulheres destes tempos.

VIRGEM: Menina de 9 anos , muito feia , que corre mais que o primo.

EXAME ORAL: Prova para conseguir um estágio na Casa Branca.

LÍNGUA: Órgão sexual que os antigos usavam para falar.

CONFIANÇA: Via livre que se dá a uma pessoa para que cometa uma série de abusos.

DIPLOMACIA: Arte de dizer "lindo cachorro", até encontrar uma pedra para atirar nele.

FÁCIL: Diz-se da mulher que tem a moral sexual igual a de um homem.

GINECOLOGISTA: Especialista que trabalha no lugar onde os outros homens se divertem.

HERÓI: Indivíduo que , diferente do resto , nào pôde sair correndo.

HOMEM: Ser masculino que durante seus primeiros nove meses de vida quer sair de um lugar em que tenta entrar pelo resto da vida.

INDIFERENÇA: Atitude que uma mulher adopta perante um homem que não lhe interessa, que é interpretada pelo homem como se estivesse "se fazendo de difícil".

INTELECTUAL: Indivíduo capaz de pensar por mais de duas horas em algo que não seja sexo.

NINFOMANÍACA: Termo com o qual um homem define uma mulher que deseja fazer sexo mais vezes que ele.

TRABALHO EM EQUIPE: Possibilidade de colocar a culpa nos outros.

Enviada por email por Francisco Charneca

02 junho 2008

Será que vai assim?

Será que pega como motor de arranque... ou com electrochoque... essa a dúvida, "Ser ou não ser eis a questão"

LinkWithin

Blog Widget by LinkWithin