25 maio 2010

Fotos de Viagem III


As fotos são postadas aleatoriamente... Não tem qualquer sentido a sua sequência.
As fotos não sofreram qualquer tratamento.

Uma janela nos separa, no lado de lá a exuberante amizade demonstrada

O que apetece mesmo, neste imenso areal, neste mar e á sombra deste coqueiral... gozar o remanso... pois foi o que fiz

A publicidade brasileira é bastante agressiva... 

Sem comentários... me pareceu terminar no infinito

Ao ver a foto me lembrei, que tenho de lá voltar, é que não cobrei a água de coco

Vende-se de tudo como na farmácia...

A arte que molda o barro, muitos deviam aprender com os artesãos a moldar as amizades.

A arte de moldar o barro, dando brilho ao que inicialmente não ligamos...

Lhe chamam jerico, jumento, burro... mas será que é tão burro assim por ser teimoso... então eu também sou burro, pois graças a teimosia minha este passeio se completou.

Passei por um museu em Recife (Francisco) que é uma obra prima na expressão fálica, ao ver este trabalho me lembrei do sinal contrário.

No meio do mato, encontrei este empresário do mundo turístico de Pernambuco, amável, bem falante, atencioso... cobrava nas entradas pelo que achava das pessoas... e o malandrote até se riu quando o interpelei, D. Dilma (esposa), fez uma galinha caipira excelente.

Como resposta o empresário turístico, mandou apanhar uns limões doces, para eu provar.

Esta a cabana que servia de ponto de apoio à empresa turística do Pernambucano

Só queria que vissem o harém que o bicho tinha ali no mato...

Não pisar por favor... faltava a placa.

Me dá uma água na boca.

A força do artesanato Pernambucano

Pois...pois, também vi... não foi só beleza não.

Podem até de me chamar de paspalho, mas quem gozou todos estes encantos fui eu e a namorada.

24 maio 2010

Fotos de Viagem II

As fotos são postadas aleatoriamente... Não tem qualquer sentido a sua sequência.
As fotos não sofreram qualquer qualquer tratamento, exceptuando uma que por motivos óbvios foi intencionalmente distorcida.
Pelas mais de 6000 retirei pela sorte estas... espero que apreciem.

O encontro do céu com a terra, numa demonstração que as partes se completam e se reflectem uma na outra

Até os saguins nos receberam... brincando para nós.


Os caminhos seguem vias paralelas, desfrutando o que de belo a vida oferece

Este olhar introspectivo, como me interrogado, que fazia eu ali... 

Entre papagaios e tucanos, deu ainda para ouvir música ao vivo e arrumar umas ostras com o primeiro suco de cevada brasileiro da viagem

Foi esta a linha traçada, sempre em frente sem olhar para trás

A cidade e a praia... Natal

O betão da grande urbe

Este saiu do Mar para a Brasa e da Brasa para a Mesa e da Mesa confortou dois... e de que maneira.

Local Idílico... eu sei em que praia foi, não coloco o nome pois todas de igual modo são paradisíacas.

Tão belas como quem se banhava noite fora... acho que não era só o efeito da pinga... era o saborear do momento. (Foto distorcida)

Esta foi tirada já noite,  à os que conspurcam, outros têm de limpar as porcarias

Até a lua deu um ar de graça 

A baía da cidade, no meio do breu da noite... no vai e vem das ondas eu me embalei.

Lagosta bem suculenta... preparada por mulher de pescador.

O Sol se põe, o dia acaba, a amizade perdura

Por morrer uma andorinha, não acaba a Primavera, por uma perna partida, não termina um passeio

Os caminhos que percorri e foram muitos, alguns eram assim, da braveza das matas... nossos olhares se regalaram

Caminhos sem fim, que nos transportaram a uma das mais belas praias do Brasil

Pequenos povoados de gentes atenciosas e delicadas e por cá me fartavam de avisar para não me meter por estes caminhos, eles não sabem o que perdem em não saberem suplantar os receios.

Que a solidão nunca me acompanhe... esta praia ao momento era só nossa

Eu gosto mais de cevada... gosto não estavam em discussão

O céu beijando as ardentes areias

Praia cheia de encanto e beleza esta.

E o sonho, comanda a vida como bola colorida nas mãos de uma criança
(António Gedeão)

22 maio 2010

Fotos de viagem I

Nem só as pipas sentiram o vento

Me ancorei nesta cidade


Cultura também fez parte do roteiro


Não sei o que vendia...mas alguma coisa ele trazia para oferecer


Que nem paspalho... em lindas bonecas reparei


O lirismo ancorou por aqui...


Uma barraca que vira lar


Cidade de ternas gentes


Barraca para alados, que não Icaros...


Por estes caminhos, encontrei belezas escondidas


O fogo tudo devora, menos o que une pilares


A graça que o verde alcança (a esperança de alcançar não morre)


A natureza morre o espírito perdura


O artesão tudo mistura, para nossos olhares descobrirem


É só pegar que a barriga não tem culpa das extravagancias da cabeça


Estive no "Paraíso"


18 abril 2010

Férias.... Aguas Tropicais

Férias em águas tropicais.

Este blog encerra por 25 dias
o
Publicista vai sorrir para a outra banda
e
Beber água de coco

03 abril 2010

Toponimia...


Diz-me onde moras... (por Miguel Esteves Cardoso)

"Um dos grandes problemas da nossa sociedade é o trauma da morada. Por 
exemplo, há uns anos, um grande amigo meu, que morava em Sete Rios, comprou 
um andar em Carnaxide. 
Fica pertíssimo de Lisboa, é agradável, tem árvores e cafés. Só tinha um 
problema. Era em Carnaxide.
Nunca mais ninguém o viu.
Para quem vive em Lisboa, tinha emigrado para a Mauritânia!
Acontece o mesmo com todos os sítios acabados em -ide, como Carnide e 
Moscavide. Rimam com Tide e com Pide e as pessoas não lhes ligam pevide.
Um palácio com sessenta quartos em Carnide é sempre mais traumático do que 
umas águas-furtadas em Cascais. É a injustiça do endereço.

Está-se numa festa e as pessoas perguntam, por boa educação ou por 
curiosidade, onde é que vivemos. O tamanho e a arquitectura da casa não 
interessam. Mas morre imediatamente quem disser que mora em Massamá, 
Brandoa, Cumeada, Agualva-Cacém, Abuxarda, Alformelos, Murtosa, Angeja. ou
em qualquer outro sítio que soe à toponímia de Angola.

Para não falar na Cova da Piedade, na Coina, no Fogueteiro e na Cruz de Pau.
(...)

Ao ler os nomes de alguns sítios - Penedo, Magoito, Porrais, Venda das 
Raparigas, compreende-se porque é que Portugal não está preparado para 
entrar na Europa.

De facto, com sítios chamados Finca Joelhos (concelho de Avis) e Deixa o 
Resto (Santiago do Cacém), como é que a Europa nos vai querer integrar?

Compreende-se logo que o trauma de viver na Damaia ou na Reboleira não é 
nada comparado com certos nomes portugueses.

Imagine-se o impacto de dizer "Eu sou da Margalha" (Gavião) no meio de um 
jantar.

Veja-se a cena num chá dançante em que um rapaz pergunta delicadamente "E a 
menina de onde é?", e a menina diz: "Eu sou da Fonte da Rata" 
(Espinho).

E suponhamos que, para aliviar, o senhor prossiga, perguntando "E onde mora, 
presentemente?", Só para ouvir dizer que a senhora habita na Herdade da 
Chouriça (Estremoz).

É terrível. O que não será o choque psicológico da criança que acorda, logo 
depois do parto, para verificar que acaba de nascer na localidade de Vergão 
Fundeiro?

Vergão Fundeiro, que fica no concelho de Proença-a-Nova, parece o nome de 
uma versão transmontana do Garganta Funda.

Aliás, que se pode dizer de um país que conta não com uma Vergadela (em 
Braga), mas com duas, contando com a Vergadela de Santo Tirso ?
Será ou não exagerado relatar a existência, no concelho de Arouca, de uma 
Vergadelas?

É evidente, na nossa cultura, que existe o trauma da "terra".

Ninguém é do Porto ou de Lisboa.

Toda a gente é de outra terra qualquer. Geralmente, como veremos, a nossa 
terra tem um nome profundamente embaraçante, daqueles que fazem apetecer 
mentir.

Qualquer bilhete de identidade fica comprometido pela indicação de 
naturalidade que reze Fonte do Bebe e Vai-te (Oliveira do Bairro).

É absolutamente impossível explicar este acidente da natureza a amigos 
estrangeiros ("I am from the Fountain of Drink and Go Away...").
Apresente-se no aeroporto com o cartão de desembarque a denunciá-lo como 
sendo originário de Filha Boa.
Verá que não é bem atendido. (...) Não há limites. Há até um lugar chamado 
Cabrão, no concelho de Ponte de Lima !!!
Urge proceder à renomeação de todos estes apeadeiros.
Há que dar-lhes nomes civilizados e europeus, ou então parecidos com os 
nomes dos restaurantes giraços, tipo : Não Sei, A Mousse é Caseira, Vai Mais 
um Rissol. (...)

Também deve ser difícil arranjar outro país onde se possa fazer um percurso 
que vá da Fome Aguda à Carne Assada (Sintra) passando pelo Corte Pão e Água 
(Mértola), sem passar por Poriço (Vila Verde), e acabando a comprar 
rebuçados em Bombom do Bogadouro (Amarante), depois de ter parado para fazer
um chichi em Alçaperna (Lousã).

(Miguel Esteves Cardoso)

PICHAS pra todos

Em Pedrógão Grande,
nasceu há muito a ALDEIA DA PICHA, que não fica muito longe da VENDA DA GAITA.

Em Bruxelas,
nasceu em 1942 o PICHA mais conhecido do mundo do cinema (Jean-Paul Walravens) - realizador do filme "Tarzoon, a vergonha da selva".

Entre Marte e Júpiter,
nasceu em 1997 o PICHA - foi a Lenka (astrónoma russa) que "deu à luz" da ciência o asteroide nº 12051 da cintura principal do sistema Solar.

Em Lisboa,
nasceu 1992 o JARDIM DAS PICHAS MURCHAS, em plena Alfama - quem diria, plantaram três árvores no recanto duma viela, e chamaram-lhe uma coisa dessas - JARDIM???!!!
O resto do nome, até está bem visto, pois este era o recanto preferido pelo pessoal das vidas, para aliviar a bexiga, depois de uma noitada de copos.
Encostados à parede, para não tombar, quando inclinavam a cabeça para procurar a coisa, que fruto da cerveja e da bebedeira estava mais para baixo do que para cima, dentro da berguilha, dificultando e muito a satisfação do saudável costume - "quando mija um português, mijam logo, dois ou três"!

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