13 junho 2007

CAPITALISMO C/ VACAS


CAPITALISMO IDEAL

Você tem duas vacas.
Vende uma e compra um touro.
Eles se multiplicam, e a economia cresce.
Você vende o rebanho e aposenta-se, rico!


CAPITALISMO AMERICANO

Você tem duas vacas.
Vende uma e força a outra a produzir o leite de quatro vacas.
Fica surpreso quando ela morre.


CAPITALISMO JAPONÊS

Você tem duas vacas.
Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca normal e produzam 20 vezes mais leite. Depois cria desenhinhos de vacas chamados Vaquimon e os vende para o mundo inteiro.


CAPITALISMO BRITÂNICO

Você tem duas vacas.
As duas são loucas.


CAPITALISMO HOLANDÊS

Você tem duas vacas.
Elas vivem juntas, não gostam de touros e tudo bem.


CAPITALISMO ALEMÃO

Você tem duas vacas.
Elas produzem leite regularmente, segundo padrões de quantidade e horário previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa.
Mas o que você queria mesmo era criar porcos.


CAPITALISMO RUSSO

Você tem duas vacas.
Conta-as e vê que tem cinco.
Conta de novo e vê que tem 42.
Conta de novo e vê que tem 12 vacas.
Você pára de contar e abre outra garrafa de vodka.


CAPITALISMO SUÍÇO

Você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua.
Você cobra para guardar a vaca dos outros.


CAPITALISMO ESPANHOL

Você tem muito orgulho de ter duas vacas.


CAPITALISMO PORTUGUÊS

Você tem duas vacas.
E reclama porque seu rebanho não cresce...


CAPITALISMO INDIANO

Você tem duas vacas.
Ai de quem tocar nelas.


CAPITALISMO ARGENTINO

Você tem duas vacas.
Você se esforça para ensinar as vacas a mugirem em inglês...
As vacas morrem.
Você entrega a carne delas para o churrasco de fim de ano ao FMI.


CAPITALISMO BRASILEIRO

Você tem duas vacas.
Uma delas é roubada.
O governo cria a CCPV- Contribuição Compulsória pela Posse de Vaca.
Um fiscal vem e lhe autua, porque embora você tenha recolhido corretamente a CCPV, o valor era pelo número de vacas presumidas e não pelo de vacas reais.
A Receita Federal, por meio de dados também presumidos do seu consumo de leite, queijo, sapatos de couro, botões, presume que você tenha 200 Vacas e para se livrar da encrenca, você dá a vaca restante para o fiscal deixar por isso mesmo.

Gato esperto!...


Manoel tinha um gato, e um dia resolveu dar um sumiço nele.
Pegou o gato colocou no carro, e levou ele a alguns quarteirões de sua casa, soltou-o, e voltou para casa.
Chegando lá, o filho de uma mãe do gato ja estava de volta.
Manoel - O Maria, como ele chegou aqui?
Maria - Não sei. Ele chegou agora.
Manoel puto da vida, pegou o gato colocou ele no porta malas do carro e levou-o para o outro lado da cidade e soltou ele.
E veio embora. Para seu espanto o que ele encontra ao chegar em casa!!!
O gato filho da mãe.
Ai o Manoel pensou!
"Agora eu vou fuder esse gato! ele vai ver"
Manoel pegou o gato, colocou ele num saco de estopa, colocou ele no porta malas do carro, e saiu rodando com o carro e foi pra fora da cidade, fazendo zigue zag, e ficou uma meia hora rodando com ele, até que o soltou.
Nisso, Manoel veio embora. Meia hora depois ele para num telefone publico para ligar para Maria.
Manoel - Maria?
Maria - Sim Manoel
Manoel - O filha de uma puta do gato tá aí?
Maria - Ele tá acabando de chegar aqui Manoel.
Manoel - Passa o telefone pra esse filho de uma puta que EU to perdido.

10 junho 2007

Circular,Circular...

Numa empresa portuguesa, por causa das fotocópias, foi emitida a seguinte circular:

Caros Colegas,

Pede-se encarecidamente ao pessoal da Empresa, que no momento de solicitar fotocópias ao colega da REPROGRAFIA, Sr. João, o façam de uma forma clara e objectiva, completando as frases que escreverem.

Acontece que os "post it" adjuntos aos documentos por fotocopiar,e os pedidos escritos, têm causado problemas ao nosso colega de trabalho que nos faz o favor de tirar as cópias, chegando ao extremo de criar problemas conjugais.

Como exemplo, citamos algumas notas de "post it" encontradas nos bolsos do nosso colega pela sua esposa.

- Por favor, João, depressa!...depressa!...Lindo!

- João, faz-me como o fizeste da outra vez!

- João, dá-me duas, rapidinho!

- João, pelos dois lados... e presta atenção que por trás tem que ficar tudo.

- Por favor, João, primeiro a mim, que estou aflita.

- Quando tirares, faz com que se veja o melhor possível.

- Pode ser sem pressa, mas que fique bem feito!

- João, urgente! Podes meter-me no meio sem que ninguém perceba e fazer rapidinho?

- João, pode ser pela frente e por trás. Se não conseguires, dá-me duas separadas.

- Então, João, quando é que me fazes o trabalhinho? Estou a ficar aflita.

Percebem agora a GRAVE situação que se encontra o nosso colega???

E agora imaginem o estado em que se encontra a sua ESPOSA... e com razão!"

O que é que é isso, Brasil ?

Os gémeos Alex e Alan Teixeira da Cunha, 18 anos, filhos de pai negro e mãe branca

Um absurdo ocorrido em Brasília veio em boa hora. Ele é o sinal de que o Brasil está enveredando pelo perigoso caminho de tentar avaliar as pessoas não pelo conteúdo de seu caráter, mas pela cor de sua pele. No início de maio, o estudante Alan Teixeira da Cunha, de 18 anos, e seu irmão gêmeo, Alex, foram juntos à Universidade de Brasília (UnB) para se inscrever no vestibular. Visto que têm pele morena, eles optaram por disputar o concurso por meio do sistema de cotas raciais. Desde 2004, a UnB – e outras 33 universidades do país – reserva 20% de suas vagas a alunos negros e pardos que conseguem a nota mínima no exame. Alan e Alex são gêmeos univitelinos, ou seja, foram gerados no mesmo óvulo e, fisicamente, são idênticos. Eles se inscreveram no sistema de cotas por acreditar que se enquadram nas regras, já que seu pai é negro e a mãe, branca. Seria de esperar que ambos recebessem igual tratamento. Não foi o que aconteceu. Os "juízes da raça" olharam as fotografias e decidiram: Alex é branco e Alan não.
Alan, que quer prestar vestibular para educação física, foi classificado como preto na subcategoria dos pardos e pode se beneficiar do sistema de cotas. Alex, que pretende cursar nutrição, foi recusado. "Não sei como isso é possível, já que eu e meu irmão somos iguais e tiramos a foto no mesmo dia", diz Alex, que recorreu da decisão. A UnB informa que o recurso está sendo analisado e o resultado sairá nesta quarta-feira. A avaliação divergente dos irmãos Alan e Alex pela UnB é uma prova dos perigos de tentar classificar as pessoas por critério racial. Em todas as partes onde isso foi tentado, mesmo com as mais sólidas justificativas, deu em desastre. Os piores são as loucuras nazistas e as do apartheid na África do Sul. Ambas causaram tormentos sociais terríveis com a criação de campos de concentração e guetos. Os nazistas exterminaram milhões de pessoas, principalmente judeus, em nome da purificação da raça.

Biologicamente as raças são chamadas de subespécies e definidas como grupos de pessoas – ou animais – que são fisiológica e geneticamente distintos de outros grupos. São da mesma raça os indivíduos que podem cruzar entre si e produzir descendentes férteis. Esse é o conceito científico assentado há décadas. Recentemente, porém, esse conceito foi refinado. Pode haver mais variação genética entre pessoas de uma mesma raça do que entre indivíduos de raças diferentes. Isso significa que um sueco loiro pode ser, no íntimo de seus cromossomos, mais distinto de outro sueco loiro do que de um negro africano. Em resumo, a genética descobriu que raça não existe abaixo da superfície cosmética que define a cor da pele, a textura do cabelo, o formato do crânio, do nariz e dos olhos. Como os seres humanos e a maioria dos animais baseiam suas escolhas sexuais na aparência, a raça firmou-se ao longo da evolução e da história cultural do homem como um poderoso conceito. Em termos cosméticos sempre será assim, mas tentar explicar as diferenças intelectuais, de temperamento ou de reações emocionais pelas diferenças raciais é não apenas estúpido como perigoso.




O sistema de cotas raciais nas universidades foi uma promessa de campanha do presidente Lula. Embora já encampada pelas universidades, a lei que o regulamenta espera aprovação no Congresso, junto com outra lei temerária que institucionaliza o cisma racial no país: o Estatuto da Igualdade Racial. Caso os dois projetos sejam aprovados, metade das vagas nas universidades federais terá de ser preenchida por negros. O mérito acadêmico fica em segundo plano. Também haverá cotas para negros no funcionalismo público, nas empresas privadas e até nas propagandas da TV. As certidões de nascimento, prontuários médicos e carteiras do INSS terão de informar a raça do portador. Ao matricularem os filhos na escola, os pais terão de informar se eles são negros, brancos ou pardos. A lei de cotas e o estatuto racial são monstruosidades jurídicas que atropelam a Constituição – ao tratar negros e brancos de forma desigual – e oficializam o racismo. Resume a antropóloga Yvonne Maggie, da Universidade Federal do Rio de Janeiro: "A discriminação existe no dia-a-dia e precisa ser combatida, mas, se ambas as leis entrarem em vigor, estaremos construindo legalmente um país dividido em raças, e isso é muito grave. Será como tentar apagar fogo com gasolina".

04 junho 2007

Como escolher a pessoa ideal



Muitas vezes nos encontramos fazendo a seguinte pergunta:
- Como escolher a pessoa ideal?

Esta pergunta e fácil de ser respondida: basta compará-la a um automóvel. Fazendo o "check-list" abaixo você encontrará a resposta:

Como escolher a mulher ideal
Verifique o design
Verifique o ano
E boa de curvas e de retas?
E macia?
Possui Air-Bag duplo frontal de grande volume? Esse air-bag tem sustentaçao?
É econômica?
Faz pouco barulho?
Aquece rápido? (e quando aquece, aí sim tem que fazer barulho)
Leve para um Test-Drive. Se a mulher passou em todos estes testes, lembre-se FAÇA UM LEASING, PORQUE NESSE MEIO TEMPO PODE SURGIR UM MODELO MELHOR E MAIS NOVO.


Como escolher o homem ideal
Verifique o interior (não se iluda com o design).
Verifique o ano (quanto mais novo mais chance de ter problemas).
É estável? Ou balança quando se depara com qualquer curva?
É movido a álcool? (neeeeemmmm pensar, minha amiga)
O motor mantém temperatura constante? Ou aquece rapidinho, percorre pequena distância e morre logo em seguida?
Leve para um Test-Drive.
Se o homem passou em todos estes testes e lhe agrada, lembre-se antes de o comprar e alugue-o por um ou dois meses, pois neste período você pode surpreender-se e aí é só devolver...

Agora, ninguem quer ser Engenheiro...!






Há também quem não queira ser Engenheiro... Leiam isto com atenção, está FABULOSO.

A troca de correspondência entre um cliente e o seu banco que insiste em tratá-lo por engenheiro:

"(...)Na profissão, os senhores indicam-me como engenheiro civil. De facto, já tive muitas profissões, desde consultor a docente do ensino superior,tradutor e até escritor. Mas nunca tive o privilégio de trabalhar como engenheiro civil, até porque a minha licenciatura em engenharia física não mo permitiria. Como tal, agradeço-lhes que retirem esse dado da profissão,por não ser correcto nem relevante.
Com os meus cumprimentos,
José Luís Mxxxxxxxx"



"Estimado Cliente, Sr. José Luís Mxxx,
(...)
No que respeita à sua actividade profissional, e por forma a procedermos alteração da mesma será deste modo necessário que nos remeta uma cópia certificada ou original em papel timbrado de uma Declaração da Entidade Patronal, ou cópia certificada do Cartão Profissional, frente everso, ou recibo de vencimento, desde que conste profissão, entidade patronal,
situação contratual e data de admissão, documentação que poderá remeter via correio para a Remessa Livre n.º 25009, 1144- 960 Lisboa, não sendo necessário selo, ou em alternativa poderá apresentar os originais junto do Balcão.
Relativamente à certificação, a mesma poderá ser solicitada junto da Junta de Freguesia, dos CTT, do Notário ou Advogado.
(...)
Encontramo-nos à sua disposição para prestar os esclarecimentos necessários.
Com os melhores cumprimentos,
Montepio,
Direcção de Marketing e Novos Canais"



"Em resposta à vossa mensagem, tenho-lhes a dizer, com toda a sinceridade, não é da vossa conta a profissão que eu exerço ou deixo de exercer.
Agora, o que não podem, de forma nenhuma, é atribuir-me uma profissão aleatória que eu nunca exerci, como é a de engenheiro civil. Portanto, agradeço que retirem qualquer menção à minha profissão dos vossos dados pessoais a meu respeito, ao abrigo do direito de rectificação que me assiste, de acordo com a legislação em vigor de protecção de dados pessoais informatizados. "




"Estimado Cliente, Sr. José Luís Lxxx,
Agradecemos, desde já, o seu contacto.
No seguimento da sua mensagem, e de acordo com a informação facultada na mensagem envida anteriormente, indicamos que por forma a procedermos à alteração da sua Actividade Profissional, será necessário que nos remeta a documentação solicitada, ou apresente a mesma junto de um Balcão, estando este procedimento de acordo com o Aviso 11/05 do Banco de Portugal.
A Caixa Económica Montepio Geral, no âmbito dos princípios que presidiram à redacção desse Aviso, tem vindo progressivamente a promover a actualização dos Dados Pessoais dos Clientes, sempre que as circunstâncias se enquadrem no espírito do referido Aviso.
Por este motivo, e lamentando qualquer incómodo causado, existe a necessidade de proceder à actualização dos seus Dados Pessoais, mediante apresentação de um documento comprovativo da sua ActividadeProfissional.
Em virtude de verificarmos que existem outros dados por actualizar,solicitamos também que nos remeta copia certificada do seu Bilhete de Identidade e Cartão de Contribuinte, ou apresente os mesmos num Balcão, para que se obtenham cópias e se proceda à actualização.
(...)
Encontramo-nos disponíveis para prestar os esclarecimentos que considere necessários,
Com os melhores cumprimentos,
Montepio,Direcção de Marketing e Novos Canais"





"Meus caros senhores,
Eu não vou enviar a documentação que me pedem, pois insisto que a profissão que exerço não lhes diz respeito.
Faço então o inverso do ónus da prova.
Mostrem-me os senhores os documentos em que se basearam para dizer que eu sou engenheiro civil. Quem sabe, de posse deles, até me possa candidatar a primeiro-ministro.
Se os senhores me garantem que só efectuam essas alterações de posse de documentos oficiais, então com certeza que tiveram acesso a um certificadode habilitações que os informou de que eu sou engenheiro civil (espero quenão sejam da Universidade Independente). Pois, peço-lhes então que me enviem a mim uma cópia desses documentos, pois dava-me um jeitão
acrescentar às minhas habilitações as de Engenheiro Civil, que não sou nemnunca fui. Mas, se realmente os senhores têm documentos que o provam, é porque deve ser verdade e eu começo a perceber como é que a situação de engenheiro civil é, neste país, uma situação muito transitória.
As vossas reservas tinham toda a razão de ser, se eu lhes tivesse a exigirque me atribuíssem habilitações que eu não tenho. Mas a situação é perfeitamente inversa. Estão a atribuir-me um curso que eu não tenho e uma profissão que eu não exerço. Não posso demonstrar que não sou engenheiro civil porque não existe certificado de habilitação de não-engenheiro civil.
Por isso, repito o direito que me assiste de corrigir dados pessoais informatizados que estão errados. E exijo que retirem a profissão de engenheiro civil.
Com os meus cumprimentos,
José Luís M"


"Estimado Cliente, Sr. José xxx,
Agradecemos o seu contacto o qual mereceu a nossa especial atenção.
Em resposta à sua mensagem, informamos que no momento em que procedeu à bertura da conta de depósitos à ordem o registo das Habilitações Literárias, não eram efectuadas de acordo com o Aviso 11/2005 de 13 de Julho do Banco de Portugal, o qual é transversal a todas as Instituições e que obriga nomeadamente aquando da actualização de dados pessoais, apresentação de comprovativo, bem como na emissão de Meios de Pagamento que os respectivos dados pessoais e profissionais encontrem-se devidamente actualizados.
Autrora [sic], as Habilitações Literárias eram inseridas de acordo com oindicado pelo cliente, podendo, por ventura ocorrer um erro na inserção dainformação, não obstante, à presente data, para que possamos actualizareste elemento, será necessário, apresentação do Certificado de Habilitações, junto de um balcão ou envio de cópia certificada para a morada Remessa Livre 25009,1144-960 Lisboa.
Salvaguardando, desta forma, que no futuro possam estar associados bloqueios que comprometam a realização de operações através dos canais á distancia, nomeadamente do serviço Montepio24, ou junto das Caixas Automáticas.
Aguardamos a actualização deste elemento bem como dos solicitados na mensagem anterior, encontrando-nos disponíveis para prestar os esclarecimentos que considere necessários.
Com os melhores cumprimentos,
Montepio Direcção de Marketing e Novos Canais"


"Ou seja, segundo me estão a dizer, os senhores enganaram-se a pôr os dados, pois eu nunca disse que era engenheiro civil. Não tinha motivos para o fazer, pois nunca o fui e não estava a candidatar-me a um emprego como engenheiro civil na vossa empresa quando aí abri uma conta.
Ora, porque os senhores se enganaram, agora exigem-me um certificado de habilitações que certifique um grau que eu não tenho. Certo? Ou seja,vou à secretaria de uma faculdade de engenharia (penso que já não posso ir àIndependente, porque parece que vai fechar) e peço-lhes que me passem um certificado de habilitações em como não sou engenheiro civil. Estoucerto que devem ter lá um modelo para isso: Certificado de Habilitações de Não-Engenheiro Civil. Depois, mando-lhes uma cópia e já posso provar ao
mundo que não sou engenheiro civil. Portanto, devo concluir que, de acordo com o vosso entendimento, qualquer cidadão que abra conta no vosso banco é engenheiro civil até prova em contrário...
Disse alguma coisa de errado até agora?
Não lhes passa pela cabeça que é um pouco kafkiano pedir a um cliente que rectifique os vossos erros informáticos apresentando um certificadode não habilitações que ateste que ele não é licenciado em engenharia civil?
Fico a aguardar o prazer de mais uma das vossas respostas, pois é um ponto alto do meu dia verificar até que ponto pode ir a rigidez burocrática de uma instituição. Peço-lhes ainda que não levem a mal eu estar a compilar esta nossa interessante troca de mensagens num texto humorístico que espero vir a publicar, tal é o despropósito de toda esta situação.
Com os meus estimados cumprimentos,
José Luís Mxxxxxxxx"



"Estimado Cliente, Sr. José Luís Mxxxxxxxx,
Agradecemos, desde já, o seu contacto.
No seguimento da sua mensagem, vimos informar que a situação que nos reportou foi encaminhada para o departamento competente. Após obtermos uma resposta, procederemos de imediato ao envio de uma mensagem.
Encontramo-nos disponíveis para prestar os esclarecimentos que considere necessário.
Com os melhores cumprimentos,
Montepio
Direcção de Marketing e Novos Canais"



"Com a curiosidade que o momento requeria, fui consultar os meus dados, para ver se já tinham sido devidamente rectificados. Deparei-me com a seguinte pérola da titularite aguda que assola este país:

(Embedded image moved to file: pic26418.gif)[eunaosouengenheiro.jpg.png]

Quando consegui parar de rir, respondi com a seguinte mensagem em três fascículos (só nos são permitidos 2000 caracteres de cada vez):

Estimadíssimos Senhores,
Fiquei muito feliz por ver que, finalmente, tiveram a amabilidade de agir sobre os meus dados pessoais.
Constato que ainda não lhes é possível usar o meu número de telefone porque começa por 30 e isso faz muita confusão ao vosso departamento de informática.
No entanto, folgo em constatar que não perderam o sentido de humor no que toca aos restantes dados pessoais.
Assim, nas habilitações literárias, de licenciado fui despromovido a 12 ano. Na verdade, tenho o grau de mestrado em física tecnológica, mas como não faço tenções de lhes apresentar provas desse facto, fico muito satisfeito por ao menos me reconhecerem o 12º ano sem necessidade de prova formal.
Como não penso que sejam elitistas ao ponto de me tratarem pior por ter uma mera escolaridade obrigatória, o 12º ano fica muito bem, pois também me deu muito trabalho a fazer e, de facto, possuo esse grau. Deixemos, portanto, as habilitações literárias que estão muito bem assim.
No título honorífico, puseram "sem título honorífico". Não posso deixar de confessar que me doeu essa dura chamada à realidade. Mas, de facto, não me considero titular de nenhum título de nobreza (tive um trisavô visconde, mas acho que já não conta), não fui ordenado sacerdote, nunca recebi nenhuma comenda e, à semelhança do nosso Primeiro-ministro, não estou inscrito em nenhuma ordem, tenho de me conformar à minha condição de vulgar plebeu sem título honorífico quando, para mais, me recuso a mostrar-
lhes o certificado de habilitações. Portanto, também aqui no título honorífico, estamos de acordo. Sou simplesmente o José.
Agora, na profissão... aqui temos um problema. O problema para o qual lhes tenho vindo a chamar a atenção: o facto de eu não ser engenheiro civil, tornou-se agora bastante mais grave. É que acusam-me de ser engenheiro civil sem estar inscrito na ordem (caso contrário teria o título deEng.) e, horror dos horrores, com as habilitações literárias de um 12º ano.
(Continua).

É que nem o nosso primeiro-ministro se atreveu a reclamar o título de eng. civil com um simples 12º ano. Ele tem, pelo menos, o título do ISEC e, indubio pro reo, afirma que concluiu a licenciatura em engenharia civil.
Os senhores, ao dizerem que eu sou engenheiro civil sem estar inscrito na Ordem dos Engenheiros (caso contrário, tinha o eng) e com um simples 12ºano de habilitações literárias, colocam-me numa posição muito delicada, incorrendo mesmo num crime de usurpação de título. E eu não tenho o aparelho do maior partido político português a proteger-me as costasquando a coisa der para o torto.
Finalmente, chegamos ao Nome preferencial, onde contrariam disposições anteriores e me apelidam de Eng. J. L. Mxxxxxxxx. Ora bem, até há umas semanas atrás, eu não teria grande coisa a opôr, visto que sou licenciadoem engenharia física e todos os licenciados deste país são doutores e engenheiros. Infelizmente, agora os tempos são outros. Só pode reivindicar-se engenheiro quem estiver inscrito na Ordem dos Engenheiros.
Ora, para minha grande vergonha, não pago quotas a tão nobreinstituição,pelo que terei de abdicar daquelas três letrinhas. Nem sequer posso pedirum simples "lic" ou um "mestre", porque na minha teimosia me recuso a
entregar-lhes o certificado de habilitações. Portanto, proponho que fique
simplesmente o José Luís Mxxxxxxxx ou o Zé, para os amigos.

Lamento o trabalho tempo e esforço que essas alterações possam causar.
Espero até não provocar um precedente grave que os obrigue a ir pedir a todos os vossos clientes Drs. e Engs. o certificado de doutoramento ou o cartão de membro da Ordem dos Engenheiros, respectivamente.
Mas peço-lhes, rogo-lhes, suplico-lhes, retirem o mal-fadado "Engenheiro Cívil" da minha ficha de dados . Nunca chamei a ninguém nenhum nome que não fosse merecido. Esse é claramente imerecido. Prometo manter todas as minhas contas no vosso estimável banco. Mas, por favor, não digam a ninguém que eu sou engenheiro civil.
Do sempre vosso,
Zé"

Jenecrilza naoconsegue arranjar noivo...



Jenecrilza era uma daquelas moças feias, coitada! Tão desengonçada que nunca tinha conseguido arranjar um namorado.

Foi pedir auxílio a uma vidente:

- Minha filha! - disse a vidente. Nesta vida você não vai ser muito feliz no amor... Mas na próxima encarnação, você será uma mulher muito cobiçada e todos os homens se arrastarão aos seus pés...

Jenecrilza saiu de lá muito feliz e, ao passar por um viaduto, pensou:

"Quanto mais cedo eu morrer, mais cedo começará a minha outra vida!"

E decidiu atirar-se lá de cima do viaduto na mesma hora.

Mas, por uma dessas incríveis coincidências, Janecrilza não morreu...

Jenecrilza caiu de costas em cima de um caminhão carregado de bananas, perdendo, então, os sentidos...

Assim que se recuperou, ainda atordoada e sem enxergar direito nem saber onde estava, começou a apalpar à sua volta e, sentindo as bananas, murmurou, com um sorriso nos lábios...

- Senhores, por favor! Um de cada vez...

Diario de cruzeiro duma loura...



Diário de cruzeiro duma loura...

Primeiro Dia:
Querido Diário... Já estou preparada para fazer este maravilhoso cruzeiro.Trouxe na mala as minhas melhores roupas! Estou excitada!


Segundo Dia:
Estivemos todo o dia navegando.
Foi lindo e vi alguns golfinhos e baleias!Que férias maravilhosas ...! Hoje encontrei-me com o Capitão, que por sinal é um belo homem!


Terceiro Dia:
Hoje estive na piscina e estreei o meu novo biquíni.
O Capitão aproximou-se e convidou-me para jantar na sua mesa.
Foi uma honra e a noite foi maravilhosa.Ele é um homem muito atraente e culto.


Quarto Dia:
Fui ao Casino do navio! Tive muita sorte, pois ganhei 80,00 euros!
O Capitão convidou-me para jantar com ele no seu camarote.
A ceia foi luxuosa com caviar e champanhe.
Depois de comermos ele perguntou se eu ficaria na sua cabine, mas eu recusei o convite!
Disse-lhe que não queria ser infiel ao meu marido.


Quinto Dia:
Hoje voltei à piscina para me bronzear mais um pouco.
Depois decidi ir ao Piano Bar e passar ali o resto do dia.
O Capitão viu-me e convidou-me para tomar um aperitivo.
Realmente ele é um homem encantador.
Perguntou-me de novo se eu queria visitá-lo no seu camarote naquela noite e eu tornei a dizer-lhe que não!
Então ele disse-me que se eu continuasse a dizer que 'não', iria afundar o navio! Fiquei aterrorizada!


Sexto Dia:
Hoje salvei 1.600 pessoas... três vezes!

Novo Cartaz de Publicidade da LEGO


02 maio 2007


Eu avisei... a curiosidade matou o gato...

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