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25 novembro 2011

Saudade...É o amor que fica !

No início da minha vida profissional, senti-me atraído em tratar crianças, me entusiasmei com a oncologia infantil. Tinha, e tenho ainda hoje, um carinho muito grande por crianças. Elas nos enternecem e nos surpreendem como suas maneiras simples e diretas de ver o mundo, sem meias verdades.

Nós médicos somos treinados para nos sentirmos "deuses".
Só que não o somos! Não acho o sentimento de onipotência de todo ruim, se bem dosado.

É este sentimento que nos impulsiona, que nos ajuda a vencer desafios, a se rebelar contra a morte e a tentar ir sempre mais além. Se mal dosado, porém, este sentimento será de arrogância e prepotência, o que não é bom. Quando perdemos um paciente, voltamos à planície, experimentamos o fracasso e os limites que a ciência nos impõe e entendemos que não somos deuses. Somos forçados a reconhecer nossos limites!

Recordo-me com emoção do Hospital do Câncer de Pernambuco, onde dei meus primeiros passos como profissional. Nesse hospital, comecei a freqüentar a enfermaria infantil, e a me apaixonar pela oncopediatria.

Mas também comecei a vivenciar os dramas dos meus pacientes, particularmente os das crianças, que via como vítimas inocentes desta terrível doença que é o câncer.

Com o nascimento da minha primeira filha, comecei a me acovardar ao ver o sofrimento destas crianças. Até o dia em que um anjo passou por mim.
Meu anjo veio na forma de uma criança já com 11 anos, calejada porém por 2 longos anos de tratamentos nos mais diversos, hospitais, exames, manipulações, injeções, e todos os desconfortos trazidos pelos programas de quimioterapias e radioterapia.

Mas nunca vi meu anjo fraquejar. Já a vi chorar sim, muitas vezes, mas não via fraqueza em seu choro. Via medo em seus olhinhos algumas vezes, e isto é humano! Mas via confiança e determinação. Ela entregava o bracinho à enfermeira, e com uma lágrima nos olhos dizia: faça tia, é preciso para eu ficar boa.

Um dia, cheguei ao hospital de manhã cedinho e encontrei meu anjo sozinho no quarto. Perguntei pela mãe. E comecei a ouvir uma resposta que ainda hoje não consigo contar sem vivenciar profunda emoção.

Meu anjo respondeu:

- Tio, disse-me ela, às vezes minha mãe sai do quarto para chorar escondido nos corredores. Quando eu morrer, acho que ela vai ficar com muita saudade de mim. Mas eu não tenho medo de morrer, tio. Eu não nasci para esta vida!

Pensando no que a morte representava para crianças, que assistem seus heróis morrerem e ressuscitarem nos seriados e filmes, indaguei:

- E o que morte representa para você, minha querida?
- Olha tio, quando a gente é pequena, às vezes, vamos dormir na cama do nosso pai e no outro dia acordamos no nosso quarto, em nossa própria cama não é ?
(Lembrei minhas filhas, na época crianças de 6 e 2 anos, costumavam dormir no meu quarto e após dormirem eu procedia exatamente assim.)
- É isso mesmo, e então?
- Vou explicar o que acontece, continuou ela: Quando nós dormimos, nosso pai vem e nos leva nos braços para o nosso quarto, para nossa cama, não é?
- É isso mesmo querida, você é muito esperta!
- Olha tio, eu não nasci para esta vida! Um dia eu vou dormir e o meu Pai vem me buscar. Vou acordar na casa Dele, na minha vida verdadeira!

Fiquei "entupigaitado". Boquiaberto, não sabia o que dizer. Chocado com o pensamento deste anjinho, com a maturidade que o sofrimento acelerou, com a visão e grande espiritualidade desta criança, fiquei parado, sem ação

- E minha mãe vai ficar com muitas saudades minha, emendou ela.
Emocionado, travado na garganta, contendo uma lágrima e um soluço, perguntei ao meu anjo:
- E o que saudade significa para você, minha querida ?
- Não sabe não tio? Saudade é o amor que fica!

Hoje, aos 53 anos de idade, desafio qualquer um dar uma definição melhor, mais direta e mais simples para a palavra saudade: é o amor que fica!

Um anjo passou por mim...
Foi enviado para me dizer que existe muito mais entre o céu e a terra, do que nos permitimos enxergar. Que geralmente, absolutilizamos tudo que é relativo (carros novos, casas, roupas de grife, jóias) enquanto relativizamos a única coisa absoluta que temos, nossa transcendência.

Meu anjinho já se foi, há longos anos. Mas me deixou uma grande lição, vindo de alguém que jamais pensei, por ser criança e portadora de grave doença, e a quem nunca mais esqueci.
Deixou uma lição que ajudou a melhorar a minha vida, a tentar ser mais humano e carinhoso com meus doentes, a repensar meus valores.

Hoje, quando a noite chega e o céu está limpo, vejo uma linda estrela a quem chamo "meu anjo, que brilha e resplandece no céu. Imagino ser ela, fulgurante em sua nova e eterna casa.

Obrigado anjinho, pela vida bonita que teve, pelas lições que ensinastes, pela ajuda que me destes.

De um artigo do Dr. Rogério Brandão - Médico oncologista clínico.

23 novembro 2011

Sherlock Holmes



Sherlock Holmes

Sherlock Holmes e Watson vão acampar.
Montam a tenda e, depois de uma boa refeição e uma garrafa de vinho, deitam-se para dormir.
Algumas horas depois, Holmes acorda e diz para o seu fiel amigo:

— Meu caro Watson, olhe para cima e diga-me o que vê.

Watson responde:
— Vejo milhares e milhares de estrelas.

Holmes, então, pergunta:
— E o que isso significa?

Watson pondera por um minuto, depois enumera:
1. Astronomicamente, significa que há milhares e milhares de galáxias, e, potencialmente, biliões de planetas.
2. Astrologicamente, observo que Saturno está em Leão e teremos um dia de sorte.
3. Temporalmente, deduzo que são aproximadamente 03 horas e 15minutos pela altura em que se encontra a Estrela Polar.
4. Teologicamente, posso ver que Deus é todo-poderoso e somos pequenos e insignificantes.
5. Meteorologicamente, suspeito que teremos um lindo dia.
Correcto?

Holmes fica um minuto em silêncio e diz:
— Fdssss... Watson, não vês que nos gamaram a puta da tenda?!!...



Moral da história: A vida é simples, nós é que a complicamos.

20 novembro 2011

Solte a panela



Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento. A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores.

Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e viu que dela haviam tirado um panelão de comida. 

O urso abraçou a panela com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo. Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo. Na verdade era o calor da panela. Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.

O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida. Começou a urrar muito alto. E quanto mais alto urrava, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.

Quanto mais a panela lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda urrava. Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a panela. O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar urrando.

Quando terminei de ouvir esta história de um mestre, percebi que, em nossa. vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes.
Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro e, mesmo assim, ainda as julgamos importantes. 

Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero.

Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos. 

Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir. Tenha a coragem e a visão que o urso não teve. Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder. 

Solte a panela! 

15 novembro 2011

A condenação à forca e o casamento




O casamento para escapar à forca, ou a forca para evitar o casamento


Na Idade Média havia um costume, nalguns países, que consistia em perdoar a pena de morte a um condenado, se este fosse pedido em casamento por uma rapariga. O Código de Justiça Militar francês, em 1668, proibiu que esse costume abrangesse os desertores das tropas. O casamento poderia ser uma forma ardilosa de escapa à forca.
Enforca, enforca!...
Valério Bexiga, no livro «O Juiz e o fariseu» descreve um caso curioso. Terá acontecido algures em França no séc. XVIII. Um contrabandista, condenado à forca, já se encontrava no cadafalso, com o capuz na cabeça e a corda ao pescoço, quando, na assistência, uma mulher grita que queria casar com ele.
A execução é suspensa e a sortuda mulher aproxima-se. Tratava-se de uma mulher feia, coxa e com ar esquisito. Ao ver tal figura, o condenado enfia o capuz na própria cabeça, e grita aflitivamente para o carrasco: «enforca, enforca!...».
Justificação religiosa
Segundo a Igreja, o casamento é um sacramento de tal modo importante que se justifica aquele "perdão" da pena. Só Deus pode dissolver o casamento com a morte natural. O casamento conferia também especial estatuto e era exigido nalgumas profissões. Por exemplo nas Ordenações Afonsinas e Manuelinas dispunha que "casado deve ser o oficial de justiça".
Justificações profanas
Algumas pessoas, para justificar tal costume (perdão da forca se o condenado casasse), diziam que não se tratava de um autêntico perdão de pena, mas sim de uma "pena alternativa". 
O filósofo Séneca (séc. I), ao criticar as condenações à morte decretadas pelo imperador Nero, dizia: "condenados à morte estamos desde que nascemos, e assim, a condenação à morte não é uma verdadeira pena." Talvez por isso, um jurista  chamado Despeisses (séc. XVII) concluía que "o casamento é uma pena mais severa do que a morte".
Casamento e a filosofia
O filósofo Sócrates (séc. IV a.C., casado com Xantipa, que era mulher de mau feitio), dizia aos seus discípulos: "casai-vos, se vos calhar em sorte uma boa mulher, sereis felizes. Se vos couber uma má, sereis filósofos". No mesmo sentido, São Jerónimo (séc. IV) defendeu o celibato por ser o modo de melhor filosofar. E em 1073, o Papa Gregório VII impôs o celibato obrigatório porque "o matrimónio dos sacerdotes é herético e os distraia do serviço ao Senhor", e vários teólogos defendiam que "a sexualidade atrapalha a espiritualidade". Esta perspectiva negativa e "herética" do casamento, acaba por justificar este sacramento como "pena alternativa", embora não tenha sido esse o objectivo da Igreja.
A "forca" nos dias de hoje
Quando temos conhecimento que alguém se casou, é costume dizer-se, na actualidade, em linguagem calão, "enforcou-se". De certeza que este termo calão, ao equiparar o casamento à forca, tem origem naquele costume medieval.
João Luis Gonçalves, Procurador da República no TAFF

09 novembro 2011

Imposto não imposto pago continuamente


No início do séc. XIX, o imposto, para ser legítimo, teria de ter a concordância do próprio povo


"O bom pastor é aquele que tosquia as ovelhas, não o que lhes arranca a pele." 
Imperador Tibério

Origem do imposto O imposto surgiu na História, segundo Cícero (séc I a.C), como "pagamento de prestação periódica dos vencidos de guerra aos vencedores, depois de reduzidos à escravidão. O imposto era, assim, uma obrigação de escravo", escreve Valério Bexiga no seu livro "Cabra que pula a vinha…", 1999.

Inventores de impostos
O imperador Romano Caio Calígula, foi um dos maiores "inventores de impostos". Até criou imposto sobre "as portas" e, no ano 40 d.C., sobre os "lucros da prostituição". Consta que autorizou a prática desta actividade em instalações públicas. Desde que se paguem impostos, tudo é lícito. Cícero, nas célebres "Verrinas", equiparava os pesados impostos do governador Verres, da Sicília, às prestações exigidas aos povos escravizados, por serem tributos absurdos, que delapidaram os cidadãos daquela ilha. O imperador Tibério, que viveu na altura de Cristo, indignado com as constantes queixas das "extorsões fiscais" do governador do Egito, mandou-lhe recado dizendo: "o bom pastor é aquele que tosquia as ovelhas, não o que lhes arranca a pele."

Imitação dos portugueses
Valério Bexiga (in op.cit.) diz que "o sistema fiscal português, dá mostras de algum progresso na senda da inventividade de Caio Calígula". Por exemplo, D.Miguel, em 1832, também decidiu tributar as portas e janelas, tal como havia feito Calígula na antiga Roma. Em Portugal, nos nossos dias, também se tributa o "suborno", diz Valério Bexiga (in op. cit.). Mas, devido à dificuldade de inscrever esta despesa, o governo incluiu a rubrica "despesas não documentadas". Ou seja, tal como o imperador Calígula, a origem e destino do rendimento não interessa, desde pague imposto, tudo é lícito.

"Imposto não imposto"
O advento do liberalismo, início do séc. XIX, veio acentuar a ideia de que o imposto, para ser legítimo, teria de ter a concordância do próprio povo. Como é isto possível? A solução é simples: a aprovação dos impostos fica reservada ao povo, através dos seus representantes eleitos no parlamento. Esta "legalidade formal", na prática, é a que ainda vigora nos nossos dias. O problema é que a legalidade formal é parente afastada da realidade prática.
Conta-se que o intendente Pina Manique recebeu, por decreto real, a concessão dos "serviços de iluminação pública" em Lisboa, no final do séc. XVIII. No entanto, continuou a receber as taxas respectivas (100 réis exigidos a cada morador), mesmo depois de extinguir a prestação do serviço. Mais tarde, constava que as dispendiosas festas, na altura do primeiro parto da rainha Carlota, tinham sido promovidas pelo referido intendente.
Pagar taxas, sem o correspondente serviço prestado ao cidadão é, na verdade, o pior "imposto não imposto" inventado, que se tornou, infelizmente, habitual, desde, pelo menos, final do séc. XVIII.

Dizia Estobeu: "o uso do dinheiro, feito com inteligência, pode contribuir para a generosidade e para o bem do povo; sem inteligência, é um imposto pago continuamente".

João Luís Gonçalves, Procurador da República no Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé

09 agosto 2011

DAQUELAS QUE VALE A PENA LER!...




Um sujeito está na fila da caixa no supermercado...

De repente observa que uma louraça lhe faz sinais com a mão e lhe lança um sorriso daqueles de cair o queixo.

Ele deixa por momentos o carrinho das compras na fila, dirige-se à louraça e diz-lhe suavemente:
- 'Desculpe, será que não nos conhecemos?'

Ela responde, sempre com aquele sorriso:
- 'Pode ser que eu esteja enganada, mas penso que o senhor é o pai de uma das minhas crianças....

O tipo põe-se imediatamente a vasculhar na memória e pensa na única vez em que foi infiel à esposa, perguntando de imediato à louraça:
- 'Não me diga que você é aquela stripper do puteiro da Zuleika, que depois de um show de sexo total com quatro caras, eu acabei te
comendo sobre uma mesa de bilhar, diante de todos os presentes, totalmente bêbado, enquanto uma das suas amigas me flagelava o tempo todo com uns nabos molhados !?

- 'Bem, acho que o sr está equivocado... Eu sou a nova professora do seu filho!!!... 

18 julho 2011

Cabeleireira karateca prende ladrão e usa-o como escravo sexual


Um homem tenta assaltar um cabeleireiro e acaba por ser sequestrado pela dona do estabelecimento, que o transforma num escravo sexual. Este podia ser o enredo de um filme de Hollywood, mas não: o episódio é verídico e aconteceu na Rússia.
Viktor Jasinski, de 32 anos, entrou no salão de beleza com o intuito de roubar o dinheiro que estava na caixa registadora. A dona, Olga Zajac, trocou-lhe as voltas e imobilizou-o com facilidade, recorrendo às artes marciais: a mulher, de 28 anos, é cinturão negro de karaté.
Em vez de ligar para a Polícia, depois de imobilizar o intruso, a jovem russa decidiu dar-lhe uma lição: despiu-o, algemou-o a uma cama e obrigou-o, com recurso a comprimidos Viagra, a ser seu escravo sexual durante três dias. Depois de usar e abusar do ladrão, Olga soltou-o e disse-lhe para desaparecer.

Prisão para ambos


Viktor deslocou-se imediatamente ao hospital para tratar os hematomas no pénis e testículos, onde chamou a Polícia e apresentou queixa contra a violadora. Às autoridades, Olga deixou claro: "Quis apenas dar-lhe uma lição. Sim, tivemos sexo umas quantas vezes. Mas, no fim, ainda lhe dei dinheiro e ofereci-lhe um par de calças de ganga novas", lê-se na edição de hoje do jornal inglês "Daily Mirror ".
Resultado: o homem acabou por ser preso por tentativa de roubo e a mulher tambe  foi detida por tortura e sequestro.


Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/cabeleireira-karateca-prende-ladrao-e-usa-o-como-escravo-sexual=f661974#ixzz1SGsMDjYx

29 junho 2011

MODERNO SUPERMERCADO

A CADA SECÇÃO, SUA PECULIARIDADE...

A água é borrifada automaticamente, para manter os produtos frescos.

Você escuta o som distante de trovões e o cheiro de chuva fresca. 


Quando você passa na seção de laticínios, você escuta mugidos e
vivencia o aroma do leite sendo tirado das vacas.

No sector de carnes tem aquele agradável aroma de carne assada 

na grelha com cebola.
Na prateleira de ovos, você escuta o som de galinhas cacarejando, 

e o ar se enche do cheiro de bacon e ovos sendo fritos.

Na padaria, se pode sentir o aroma de pães e biscoitos sendo assados.





Nunca mais compro papel higiénico lá!

24 junho 2011

Nacionalidade de Adão e Eva


Depois de mais uma reunião da UE alguns Ministros, para "aliviar" a pressão, resolvem passar pelo Louvre e, alguns deles param meditativos perante uma excelente pintura de Adão e Eva no Paraíso.
Desabafa Angela Merkel:
- Olhem, que perfeição de corpos: ela esbelta e esguia, ele com este corpo atlético, os músculos perfilados... São necessariamente estereótipos alemães.·
Imediatamente Sarkozy reagiu:
- Não acredito. É evidente o erotismo que se desprende de ambas as figuras... ela tão feminina... ele tão masculino... Sabem que em breve chegará a tentação... Só poderiam ser franceses.·
Movendo negativamente a cabeça, o Gordon Brown arrisca:
- Of course not! Notem... a serenidade dos seus rostos, a delicadeza da pose, a sobriedade do gesto. Só podem ser ingleses.·
Depois de alguns segundos mais de contemplação, Sócrates exclama:
- Não concordo. Reparem bem: não têm roupa, não têm sapatos, não têm casa, só têm uma simples maçã para comer... não protestam e ainda pensam que estão no Paraíso. Não tenham a menor dúvida, são portugueses!

25 maio 2011

Somente comparando.... Nada mais que isso.





-Se atravessares a fronteira da Coreia do Norte ilegalmente, és condenado a 12 anos de trabalhos forçados.

-Se atravessares a fronteira iraniana ilegalmente, és detido sem limite de prazo.


-Se atravessares a fronteira afegã ilegalmente, és alvejado.


-Se atravessares a fronteira da Arábia Saudita ilegalmente, serás preso.


-Se atravessares a fronteira chinesa ilegalmente, nunca mais ninguém ouvirá falar de ti.


-Se atravessares a fronteira venezuelana, serás considerado um espião e o teu destino está traçado.


-Se atravessares a fronteira cubana ilegalmente, serás atirado para dentro de um navio para os E.U.A.


Mas, SE entrares por alguma fronteira da União Europeia ilegalmente...
TERÁS OBRIGATORIAMENTE:
-Um abrigo ...
-Um trabalho ...

-Carta de Condução...
-Cartão Europeu de Saúde...
-Segurança Social ...
-Crédito Familiar ...

-Cartões de Crédito ...
-Renda de casa subsidiada ou empréstimo bancário para a sua compra ...

-Escolaridade gratuita ...
-Serviço Nacional de Saúde gratuito ...
-Um representante no Parlamento ...
-Podes votar, e mesmo concorrer a um cargo público ...
-Ou mesmo fundares o teu próprio partido político !

E por último, mas não menos importante:

-Podes manifestar-te nas ruas e até queimar a nossa bandeira!

E... SE EU TE QUISER IMPEDIR, SEREI CONSIDERADO RACISTA!
SEM DÚVIDA QUE PARECE IRREAL, MAS É A MAIS PURA DAS VERDADES
!


Será que o poeta algarvio António Aleixo, tinha razão quando dizia...


"Há tantos burros mandando
em homens de inteligência,
que às vezes fico pensando
,
se a burrice não será uma ciência
."

16 abril 2011

Assunto: Se não gosta de gíria, fale certo então!!


SE NÃO GOSTA DE GÍRIAS...

Estava com o amigo José junto da figueira frondosa nestes dias já quentes de primavera, numa prosopopéia flácida para acalentar bovinos(1) em colóquio sonolento para fazer bovino repousar(2) e não querendo romper a face(3)  nem creditar o primata(4)  encontrava-se a conversa numa de inflar o volume da bolsa escrotal(5), com uma vontade danada de derrubar, com a extremidade do membro inferior, o sustentáculo de uma das unidades de proteção solar do acampamento(6),quando a uma pergunta do José tive de  deglutir o batráquio(7), numa de raiva incontida capaz de derrubar com intenções mortais(8)e aplicar a contravenção do João, deficiente físico de um dos membros superiores(9), não desarmando a minha prosa na consideração de um longo pedaço de madeira(10) batendome na ideia e não considerando a possibilidade de a fêmea bovina expirar fortes contrações laringo-bucais(11), acrescentando a minha convicção de considerar, a utilização de uma relação sexual(12), disse a José que a linha da conversa estava quase terminada pois a minha vontade era tanta que era capaz de, derramar água pelo chão, através do tombamento violento e premeditado de seu recipiente com a extremidade do membro inferior(13), para ele retirar o filhote de equino da perturbação pluviométrica(14) e que a bucéfalo de oferendas não perquiris formação ortodôntica! (15) , lhe fiz uma advertencia para os fins de semana, feriados, festas e demais repastos em oferendas de amigos.
Que orifício circular corrugado, localizado na parte ínfero-lombar da região glútea de um indivíduo em alto grau etílico, deixa de estar em consonância com os ditames referentes ao direito individual de propriedade. (16)  

Anotações:
1 - (Conversa mole pra boi dormir);
2 - (História pra boi dormir);
3- (Quebrar a cara);
4 - (Pagar o mico);
5 - (Encher o saco);
6 - (Chutar o pau da barraca);
7 - (Engolir o sapo);
8 - (Cair matando);
9 - (Dar uma de João sem braço);
11- (Nem que a vaca tussa);
12 - (Nem fudendo);
13 - (Chutar o balde);
14 - (Tirar o cavalinho da chuva);
15 - (A cavalo dado não se olham os dentes!);
16 -  (Cú de bebado não tem dono)

12 abril 2011

Sexo Com Cultura É Outra Coisa...


Você sabia que antigamente, na Inglaterra, as pessoas que não fossem da família real tinham que pedir autorização ao Rei para terem relações sexuais?

Por exemplo: quando as pessoas queriam ter filhos, tinham que pedir consentimento ao Rei, que, então, ao permitir o coito, mandava entregar-lhes uma placa que deveria ser pendurada na porta de casa com a frase ' Fornication Under Consent of the king'
(fornicação sob consentimento do rei)
= sigla F..U.C.K.., daí a origem da palavra chula FUCK.

Já em Portugal, devido à baixa taxa de natalidade, as pessoas eram obrigadas a ter relações:
'Fornicação Obrigatória por Despacho Administrativo'
= sigla F.O.D..A., daí a origem da palavra FODA.

Por sua vez, quem fosse solteiro ou viúvo, tinha que ter na porta a frase:
'Processo Unilateral de Normalização Hormonal por Estimulação Temporária Auto-induzida'
= sigla P.U.N.H.E.T.A.

Vivendo e aprendendo...
A gente pode até dizer palavrão, mas com conhecimento e cultura é outra coisa!

01 abril 2011

A culpa


A culpa de não haver PEC 4 é do PSD e do CDS. A culpa de haver portagens nas Scuts é do PSD que viabilizou o PEC 3. A culpa do PEC 3 é do PEC 2. Que, por sua vez, tem culpa do PEC 1.

Chegados a este, a culpa é da situação internacional. E da Grécia e da Irlanda. E antes destas culpas todas, a culpa continua a ser dos Governos PSD/CDS. Aliás, nos últimos 16 anos, a culpa é apenas dos 3 anos de governação não socialista.
A culpa é do Presidente da República. A culpa é da Chanceler. A culpa é de Trichet. A culpa é da Madeira. A culpa é do FMI. A culpa é do euro.
A culpa é dos mercados. Excepto do "mercado" Magalhães. A culpa é do ‘rating'. A culpa é dos especuladores que nos emprestam dinheiro. A culpa até chegou a ser das receitas extraordinárias. À falta de outra culpa, a culpa é de os Orçamentos e PEC serem obrigatórios.
A culpa é da agricultura. A culpa é do nemátodo do pinho. A culpa é dos professores. A culpa é dos pais. A culpa é dos exames. A culpa é dos submarinos. A culpa é do TGV espanhol. A culpa é da conjuntura. A culpa é da estrutura.
A culpa é do computador que entupiu. A culpa é da ‘pen'. A culpa é do funcionário do Powerpoint. A culpa é do Director-Geral. A culpa é da errata, porque nunca há errata na culpa. A culpa é das estatísticas. Umas vezes, a culpa é do INE, outras do Eurostat, outras ainda do FMI. A culpa é de uma qualquer independente universidade. E, agora em versão pós Constâncio, a culpa também já é do Banco de Portugal. A culpa é dos jornalistas que fazem perguntas. A culpa é dos deputados que questionam. A culpa é das Comissões parlamentares que investigam. A culpa é dos que estudam os assuntos.
A culpa é do excesso de pensionistas. A culpa é dos desempregados. A culpa é dos doentes. A culpa é dos contribuintes. A culpa é dos pobres.
A culpa é das empresas, excepto as ungidas pelo regime. A culpa é da meteorologia. A culpa é do petróleo que sobe. A culpa é do petróleo que desce.
A culpa é da insensibilidade. Dos outros. A culpa é da arrogância. Dos outros. A culpa é da incompreensão. Dos outros. A culpa é da vertigem do poder. Dos outros. A culpa é da demagogia. Dos outros. A culpa é do pessimismo. Dos outros.
A culpa é do passado. A culpa é do futuro. A culpa é da verdade. A culpa é da realidade. A culpa é das notícias. A culpa é da esquerda. A culpa é da direita. A culpa é da rua. A culpa é do complexo de culpa. A culpa é da ética.
Há sempre "novas oportunidades" para as culpas (dos outros). Imagine-se, até que, há tempos, o atraso para assistir a uma ópera, foi culpa do PM de Cabo-Verde.
No fim, a culpa é dos eleitores, que não deram a maioria absoluta ao imaculado. A culpa é da democracia. A culpa é de Portugal. De todos. Só ele (e seus pajens) não têm culpa. Povo ingrato! Basta! Na passada quarta-feira, a culpa... já foi.
____
António Bagão Félix, Economista

31 dezembro 2010

Feliz Ano Novo para todos .... Made in Portugal



Feliz Ano Novo para todos com muitas prosperidades e se possível com algumas propriedades bem interessantes, realizando assim aspirações velhas e novas.
O Ano Velho já se vai, o Novo que nasça e se perdure esplendoroso, cheio de saúde e felicidades.
São votos deste vosso amigo Jardineiro.


A Urtiga final deste Ano Velho aqui se planta no Jardim

Recebi este e-mail de um amigo...pintor, escultor, humanista e pensador... que depois dos 50 se lembrou de tirar curso superior na Universidade de Évora.



Reza o e-mail assim...

O ZÉ, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egipt), começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (Made in Japan) às 7 da manhã.

Depois de um banho com sabonete (Made in France) e enquanto o café (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in Chech Republic), barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China).

Vestiu uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in Singapure) e um relógio de bolso (Made in Swiss).

Depois de preparar as torradas de trigo (produced in USA) na sua torradeira (Made in Germany) e enquanto tomava o café numa chávena (Made in Spain), pegou na máquina de calcular (Made in Korea) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou a Internet no seu computador (Made in Thailand) para ver as previsões meteorológicas.

Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in India), ainda bebeu um sumo de laranja (produced in Israel), entrou no carro Saab (Made in Sweden) e continuou à procura de emprego.

Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (Made in Finland) e, após comer uma pizza (Made in Italy), o António decidiu relaxar por uns instantes.

Calçou as suas sandálias (Made in Brazil), sentou-se num sofá (Made in Denmark), serviu-se de um copo de vinho (produced in Chile), ligou a TV (Made in Indonésia) e pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL...

  Talvez este mail devesse ser enviado aos consumidores portugueses.

O Ministério da Economia de Espanha estima que se cada espanhol consumir 150€ de  produtos nacionais, por ano, a economia cresce acima de todas as estimativas e, ainda por cima, cria postos de trabalho.


Ponham o mail a circular. Pode ser que acorde alguém.
Claro que coloco este e-mail a circular, caí que nem ginjas neste Jardim. 
Vale a pena pensar nisto… e agir em conformidade. 
Sejam amigos de vós próprios


11 outubro 2010

Por vezes a solução até é simples


Um paciente vai ao consultório de um conhecido psicólogo e diz-lhe:
 
- Todas as vezes que estou na cama, acho que está alguém debaixo da cama.
Nessa altura eu vou para baixo da cama,  para ver,  e acho que há alguém em cima da cama. Para baixo, para cima, para baixo, para cima.
Estou a ficar maluco doutor!

- Deixe-me tratar de si durante dois anos
- diz o psicólogo. Venha três vezes por semana, e eu curo esse problema.

- E quanto é que eu vou pagar por cada sessão? - Pergunta o paciente.

-  80 Euros por sessão - responde o psicólogo

- Bem, eu vou pensar - conclui o sujeito.

Passados seis meses, eles  encontram-se na rua. - Então porque não apareceu no meu consultório? - Pergunta o psicólogo. 

- 80 Euros a consulta, três vezes por semana, dois anos = 12.480 euros, ia ficar-me muito caro. Além disso encontrei um sujeito num bar que me curou por 20 euros.
·- Ah é? Como? - Pergunta o psicólogo.·

O sujeito responde: - Por 20 euros ele cortou os pés da cama...    ·

Muitas vezes o problema é sério, mas a solução pode ser muito simples! Pense numa solução, em vez de ficar focado no problema.

21 setembro 2010

Pois ... a reprodução em Portugal


Os árabes estão a reproduzir-se com velocidade.
Os africanos estão a reproduzir-se com velocidade.
Os chineses estão a reproduzir-se com velocidade.
 
Estão cá todos em Portugal ! e nós ? contenção por causa da crise ...
Cada casal deveria ter, no mínimo, 3 filhos
senão isto vai acontecer !
 
Dentro de poucos anos, o primeiro dia de aulas em Portugal:

A professora faz a chamada:

"Mustafá El-Ekhseri"......................Presente!
"Obamba Moluni"...........................Presente!
"Achmed El-Cabul".........................Presente!
"Evo Menchú"..............................Presente!
"Yao Ming Chao"...........................Presente!
"Al Ber Tomar Tinsdi-As"..................Ninguém responde

"Al Ber Tomar Tinsdi-As", volta a repetir a professora, algo chateada.

........... Ninguém responde

"Pela última vez: Al Ber Tomar Tinsdi-As", diz a professora bastante exaltada.

De repente levanta-se um miúdo e diz:

"Devo ser eu professora, mas pronuncia-se: Alberto Martins Dias"

28 agosto 2010

Ocê mi oiô, né?..........


Lá na roça, um menino e uma menina foram criados juntos, desde que eram bem miudin...
O tempo foi passano, passano, eles foi creceno, creceno.
Aí se casaro.
No dia do casório, sacumé, povo da roça não viaja na lua de mér, já vai direto pra casinha de pau a pique.
Chegano lá na casinha, o Zé, muito tímido, vira para Maria e fala:
- Ó Maria, nois vai tirano a rôpa, mais ocê num mi óia, nem ieu ti óio, vamu ficar dis costa.
Maria responde:
- Tá bão Zé. Intaum eu num ti óio e ocê num mi óia, cumbinado.
Nisso Maria abre a malinha de papelão novinha que ganhou do pai, tira a camisola que ganhou da mãe.
Maria tira a roupa. Ao vestir a camisola notou que a mãe tinha lavado, ponhou no sór pra módi quará e ficá bem branquinha..
Tava um capricho só a camisola.
Só que a véia pra mode branquiá a camisola, lavô dimais qui incurtô a dita prá mais di parmo e usou goma demais prá passar a camisola, deixando muito engomada.
Maria então diz:
-Meu Deusducéu, cume é qui eu vô drumi com um trem duro e piquininim desse?

Aí o Zé fala:

- Ah Maria! Assim num vale! Ocê mi oiô, né?..........

25 agosto 2010

A Água

Escrito por Manoel Maria Barbosa du  Bocage 
- Um clássico da literatura Portuguesa: 


A ÁGUA

Meus senhores eu sou a água
que lava a cara, que lava os olhos
que lava a rata e os entrefolhos
que lava a nabiça e os agriões
que lava a piça e os colhões
que lava as damas e o que está vago
pois lava as mamas e por onde cago.


Meus senhores aqui está a água
que rega a salsa e o rabanete
que lava a língua a quem faz minete
que lava o chibo mesmo da rasca
tira o cheiro a bacalhau da lasca
que bebe o homem que bebe o cão
que lava a cona e o berbigão


Meus senhores aqui está a água
que lava os olhos e os grelinhos
que lava a cona e os paninhos
que lava o sangue das grandes lutas
que lava sérias e lava putas
apaga o lume e o borralho
e que lava as guelras ao caralho

Meus senhores aqui está a água
que rega as rosas e os manjericos
que lava o bidé, lava penicos
tira mau cheiro das algibeiras
dá de beber às fressureiras
lava a tromba a qualquer fantoche e
lava a boca depois de um broche.



AGUA OU VINHO???? 

NÃO POSSO PRIVAR OS MEUS AMIGOS DESTA NOTICIA.

Foi comprovado em pesquisa científica que se beberes mais de 1 litro de  água por dia, durante 1 ano, no final do ano terás ingerido mais de 1 quilograma de coliformes fecais que estão diluídos na água, ou seja:

    - 1 quilo DE MERDA!!!!!!

Já bebendo vinho... não se corre esse risco uma vez que esses coliformes não sobrevivem ao processo de fermentação. Por isso peço que comuniques a todos os que bebem água, que essa porra faz mal.!!
Está dado o alerta! Depois não digas que eu não avisei!!!!!

Quem tiver consciência vai chegar à conclusão de que:

"É muito melhor beber vinho e dizer merdas, do que beber merda e não dizer nada".

02 agosto 2010

Marcelo e o garoto

Quem é Marcelo Rebelo de Sousa

Voo de Lisboa para o Porto.............está demais
Toma nota...!!!
Antes de se iniciar um qualquer diálogo, é bom estarmos perfeitamente conscientes que, seremos capazes de argumentar seja qual for o têma!!!
Okey!!!

O famoso comentador da TV, Marcelo Rebelo de Sousa, seguia a bordo de um avião, de Lisboa para o Porto.
O lugar a seu lado estava ocupado por um garoto de uns 10 anos, natural de Amarante, de óculos, com ar sério e compenetrado.
Assim que o avião descolou, o garoto abriu um livro, mas Marcelo Rebelo de Sousa puxou conversa.

- Ouvi dizer que o voo parece mais curto se conversarmos com o passageiro do lado. Gostarias de conversar comigo?

O garoto fechou calmamente o livro e respondeu:

- Talvez seja interessante. Qual o tema que gostaria de discutir?
- Ah, que tal política? Achas que devemos reeleger Sócrates ou dar uma oportunidade ao Passos Coelho?

O garoto suspirou e replicou:

- Poderá ser um bom tema, mas, antes, gostaria de lhe colocar uma questão.
- Então manda! - encorajou o professor Marcelo.
- Os cavalos, as vacas e os cabritos comem a mesma coisa, certo? Pasto, ervas, rações. Concorda?
- Sim. - disse o professor.
- No entanto, os excrementos dos cabritos são umas bolinhas, as vacas largam placas de bosta e, os cavalos, umas bolas bem grandes... Qual é a razão para isto?

Marcelo Rebelo de Sousa pensou por alguns instantes, mas acabou por confessar que não sabia a resposta...

E o garoto concluiu:

- Então como é que o senhor se sente qualificado para discutir quem deve governar Portugal se não entende de "merda" nenhuma???

01 agosto 2010

Me oiço?...

Campo Alentejano - Duas cores

Não é melhor coisa que você poderia ouvir?
Seu contrato com a vida acaba de ser renovado por tempo indeterminado.
Se o seu dia está começando, então aproveite o novo dia que te espera.
Anime-se. Você ouve, vê, sente e pensa... logo existe.
A cada segundo tudo se renova. o sol hoje brilha sobre um mundo novo e você nunca passará pelo mesmo rio duas vezes.
Ele sempre será outro rio, um novo rio.
Saiba ver e entender a mudança.
Não perca o seu olhar no ontem.
Fique tranquila que a sua história a vai acompanhar até ao futuro, irremediavelmente.
Agora, concentre-se no seu dia, no seu presente.
Hoje você vai se dar bem.
Porque  se vai entregar inteiramente na busca de ser e de fazer feliz.
Se dar é se entregar de corpo e alma para a vida, para os encontros, para os entendimentos, os bons sentimentos...
A luz do sol vai iluminar o seu caminho e a luz do conhecimento há de clarear as suas idéias e você terá sabedoria para todas as decisões que você vai tomar.
Diga sempre sim para a vida.
Este será mais um dia pra você exagerar no uso do seu talento.
Não importa a sua idade , a sua profissão, a sua religião.
O que importa é a sua vontade de viver bem e para o bem cada segundo.

Decida-se, faça hoje a sua melhor escolha....

Autor Anónimo

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